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Mensagens - flávio

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Como falei acima... Um relógio revisado é sempre topzera, mas se fosse eu, no meu pragmatismo em desconformidade com a maioria, teria perguntado: tá, e quanto está a amplitude em todas as posições? Está carregando legal? Se a resposta fosse ok pra tudo, eu diria: lubrifique o acionador e me devolva o relógio, por favor. A não ser, claro, que eu não tivesse que pagar pela revisão completa, em garantia.

Flávio

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Fórum principal / Blancpain extra plano em aço
« Online: Ontem às 15:30:52 »
O design é super simples, a data não me agrada tanto (eu tenho um Zenith Elite também extra plano no qual a data se equilibra no mostrador com o contador de segundos às 9 horas. Normalmente não gosto de data em relógio...) e, convenhamos, 8.5 mm não é tão fino assim (mesmo meu Zenith é mais fino, com cerca de 8...). Porém, é um Blancpain, equipado com um movimento super bem acabado, com rotor em ouro com guilhoche, 100 horas de reserva de marcha e espiral em silício. E tudo isso por cerca de 8000 dólares em aço, praticamente o preço de um relógio "mediano" no mundo da relojoaria de luxo.

Para quem se envereda nos ternos dia após dia, certamente é uma boa opção.


https://watchesbysjx.com/2020/06/blancpain-villeret-ultraplate-6224.html

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Só levando a um relojoeiro... Mas eu já tive problema com acionadores travando, e era simples lubrificação.
Ainda está na garantia? Se estiver, beleza. Se não estiver, a vantagem da Longines é que as peças não são tão caras para repor. Porém, o acesso é complicado, apenas através de autorizada, demorado, eis que os componentes não são pedidos de forma individualizada, mas em lotes, e normalmente se exige uma revisão completa para troca de algo que não tem absolutamente nada a ver com o movimento, como no caso de acionador, que fica acoplado na caixa.
Minha sugestão, para não ficarmos elocubrando hipóteses é leva lo a autorizada. Mas reze um Pai nosso antes, vocês sabem minha opinião a respeito de assistência técnica no Brasil...


Flávio

Flávio

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Fórum principal / Moser Endeavour Cylindrical Tourbillon
« Online: 03 Junho 2020 às 14:48:12 »
Na verdade, são dois os lançamentos. Em um deles, o modelo MB&F foi apenas "moserizado", usando a mesma expressão do articulista, através da adição dos seus conhecidos estilos de mostrador.

O modelo em turbilhão não... O movimento é fabricado pela Moser e utiliza, algo não usual na relojoaria atual, sobretudo pela espessura que acarreta, mola espiral helicoidal. Esse tipo de mola visava a concentricidade máxima da mola e um melhor isocronismo e era muito usual, para não dizer a regra, nos cronômetros marítimos. Além disso, foi adicionado um turbilhão e, pior, um mostrador inclinado acoplado a um conjunto de engrenagens de minuteria também inclinado. Coisa bonita de ser ver, mecanicamente falando.

Tenho lá minhas dúvidas se é um relógio de fato "usável", pois beira os 20 mm de altura, mas como tudo da MB&F é mais uma mini obra de arte funcional do que outra coisa, ficou legal. Gostaria muito de ver um ao vivo... E não é tão caro assim (muita cautela com o que estou dizendo...) dentro do mundo da relojoaria de alto nível, custa cerca de 80 mil dólares, mais barato que muita coisa aí sem identidade e supostamente feita artesanalmente.

https://www.hodinkee.com/articles/h-moser-x-mbandf-endeavour-cylindircal-tourbillon-and-the-mbandf-x-h-moser-lm101-introducing

https://www.ablogtowatch.com/h-moser-cie-x-mbf-collaborate-steel-watches/

https://watchesbysjx.com/2020/06/h-moser-mbf-endeavour-cylindrical-tourbillon.html
Flávio

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Fórum principal / Hublot BIG BANG E
« Online: 02 Junho 2020 às 16:55:13 »
Pegaram o módulo que equipa os Tag Heuer Smartwatch, colocaram numa efetiva caixa da Hublot, um preço de quase 6 mil dólares, e é isso, nem sei o que comentar...

https://www.hodinkee.com/articles/hublot-big-bang-e-introducing

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Fórum principal / Re:Wempe Iron Walker
« Online: 27 Maio 2020 às 15:43:52 »
Eu nem comentei o Czapek aqui mas... Teria que ver em mãos, porque nas fotos pareceu-me "pobre". E não é isso que se espera da marca, ainda mais custando 20 mil dólares.

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Fórum principal / Re:Qual é o relógio??
« Online: 26 Maio 2020 às 17:12:20 »
Floyd Mayweather, conseguindo tornar mais feio o que já era horrível.



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Fórum principal / Re:Que relógio você está usando hoje?
« Online: 26 Maio 2020 às 11:06:22 »
Uma pergunta: vocês, que conseguem postar fotos minimamente legíveis, estão usando o Tapatalk pago?

Flávio

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Fórum principal / Re:Que relógio você está usando hoje?
« Online: 26 Maio 2020 às 09:45:45 »
Avigation, 1999



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Fórum principal / Wempe Iron Walker
« Online: 25 Maio 2020 às 15:43:36 »
Gostaria de saber de onde o departamento de marketing da Wempe tirou esse nome, que certamente entrará nos anais da relojoaria, talvez com o Alpine Eagle da Chopard, como um dos termos mais "méh" que já vi. Parece nome de pneu... "Novo lançamento, Bridgestone Iron Walker!" Ou, "vejam a aderência dos novos Alpine Eagle!".

Nomes a parte, parece que os braceletes integrados estão de volta mesmo, ainda que as marcas tenham que "chupar" na cara dura designs anteriores: só eu achei esses Iron Walker muito, mas muito parecidos com os IWC Ingenieur dos anos 90?

São belos relógios, preço até razoável, mas não pude deixa de notar isso. Vejam

https://monochrome-watches.com/wempe-iron-walker-collection-steel-sports-watch-integrated-bracelet-new-price/

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Fórum principal / Re:Que relógio você está usando hoje?
« Online: 25 Maio 2020 às 08:56:24 »
Esses jlc e o Seiko são de arregaçar

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Legal Flávio!
Está assistindo as aulas da HSNY?


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Vejo quando o assunto me interessa, normalmente vale a pena. Mas tem coisa inútil...

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Fórum principal / Glashutte Original Panomatic Forest Green
« Online: 22 Maio 2020 às 17:17:00 »
O Forest Green deles, cuja inspiração são as florestas alemãs, para mim ficaria melhor como "mosca varejeira". E não é que gostei? E muito! O mostrador não é pintado de verde, a cor é resultado do processo de galvanização (assim como os supostos mostradores brancos das fotos da Nomos, na verdade grafite, também não são pintados...). O modelo Panomatic dispensa apresentação e, muito embora eu já tenha visto alguns dizerem que se trata de um Lange 1 de pobre, o modelo na verdade pode ser encarado como uma justa proposta alemã, de altíssima qualidade, visual singular e com sacadas técnicas ainda singulares, como o big date em plano único. O preço realmente não estupra no mundo da relojoaria, o modelo efetivamente parece mais caro do que é, e já tive alguns em mãos: custa menos de 10 mil doletas.

https://monochrome-watches.com/glashutte-original-panomaticlunar-forest-green-hands-on-review-price/


Ps. Ainda acho esse calibre um dos mais singulares da indústria, com sua ponte dupla para o balanço com decoração feita artesanalmente e micro (ou médio? hahaha) rotor alinhado com o balanço.

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Ps. Na palestra ele faz referência expressa ao "guilloche" usado nos Royal Oak, com um certo desdém. Ele explica que na verdade a máquina usada pela AP (e há um vídeo que publiquei há alguns dias demonstrando isto) é uma outra categoria de "guilloche", criada nos fins do século 19, início do 20, para fabricação de "medalhões". Nessas máquinas, não há qualquer trabalho artesanal, é tudo automatizado, salvo a preparação do mostrador para ser colocado na máquina. A máquina, movida por eletricidade, segue um padrão definido e não intrincado de uma matriz (no guilloche manual, o problema reside em transformar retas e curvas, por vai e vem sobreposto, num desenho bacana). Portanto, esse tipo de máquina, segundo ele, nada mais é do que uma fresa CNC do passado que, ao invés de estar ligada a um programa de computador, está ligada a um "programa" fixado numa matriz metálica, que se movimenta por eletricidade.

Isso diminui as qualidade do mostrador AP, sua beleza e caráter "old school" de feitio? Não, até mesmo porque a AP indica, em seu próprio material publicitário e videos, que tudo é feito na tal máquina, de forma automatizada. Mas seria um estelionato se a AP dissesse que o "guilloche" dos seus mostradores tem a mesma dificuldade técnica e caráter artesanal de um verdadeiro guilloche da Breguet, por exemplo, algo que definitivamente não tem.


Flávio

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Fórum principal / Shapiro com mostrador guilloche e outros tópicos...
« Online: 22 Maio 2020 às 11:07:35 »
Joshua Shapiro, um mestre em História, enveredou-se na relojoaria há cerca de 8 anos e, depois de muita experimentação, lançou seus primeiros relógios, que utilizam movimentos alemães da companhia "irmã" da Lang & Heyne, coisa de altíssimo nível. Mas o que o tornou conhecido foram os mostradores em guilloche, inclusive utilizando padrões de desenho nunca antes utilizados por nenhum outro relojoeiro na história, tal a dificuldade de se produzir. Cada mostrador dele, para terem uma ideia, demora entre 100 a 150 horas de trabalho para ser concluído, espaço de tempo no qual Omega, Rolex e seus robôs devem produzir cerca de um milhão de relógios, cobrando caro por isso...

Não sabemos ao certo quem primeiro implementou a técnica na relojoaria, mas os primeiros exemplos conhecidos e produzidos com certa regularidade o foram por Lepine. Mas Lepine não fabricava seus mostradores, aliás, como já ressaltei aqui, essa história do relojoeiro totalmente independente e que faz tudo (no padrão George Daniels, Derek Pratt e cia...) é coisa mais moderna do que antiga: no passado, a divisão de trabalho, que ainda é a tônica na indústria suíça, prevalecia. Então, Lepine não fabricava seus mostradores o que, aliás, é uma especialidade altamente complexa da relojoaria. Se ele os projetou e delegou a terceiro, é outra conversa...

A popularização do mostrador em guilloche, porém, é certa: ocorreu com Breguet. E adivinhem de quem Breguet foi discípulo? De Lepine... E adivinhem quem fabricava os mostradores Breguet? O mesmo artesão que fazia para Lepine... Uma coisa é certa, até mesmo porque Breguet projetava seus movimentos e os mostradores tinham que refletir isso: ele provavelmente também projetava os intrincados padrões dos seus mostradores que, aliás, ainda se refletem na manufatura atual. Porém, não os fabricava.

Shapiro não nega que bebeu na fonte de Daniels e Pratt, que beberam na fonte de Breguet.

O último lançamento dele é inusitado: um mostrador guilloche feito em meteorito. Pode parecer coisa simples, mas não é, pois o escolhido é composto de traços de ferro e níquel, sendo que cada um dos metais tem pontos de dureza diferentes e, portanto, necessitam de uma força diferente aplicada à máquina. O resultado, como podem ver no link abaixo, é belíssimo e o relógio, pelo que é, não é tão extorsivo assim: 20 mil dólares.

https://www.hodinkee.com/articles/infinity-series-p01-by-jn-shapiro-for-collective-introducing

Mas eu indico, além disso, essa palestra, na qual o próprio Shapiro conta a história do guilloche, sendo que muita coisa eu sequer sabia. Por exemplo, eu não sabia que 60% dos padrões utilizados pelos relojoeiros na história foram feitos não em uma máquina roseta, aquela comum que vemos em anúncios de marcas, mas em máquinas de traço reto. Por óbvio, uma máquina faz padrões circulares, a outra, padrões retos. Eu já operei uma máquina de padrões circulares na Breguet, como já mostrei aqui. Nos padrões retos, há um detalhe que sequer tinha conhecimento: como as linhas acabam irregularmente em algum ponto do mostrador, sempre as fábricas irão "esconder" os erros finais de acabamento dos entalhes com um padrão circular ou, o que é mais comum, adicionando uma moldura de submostrador (como o Shapiro, inclusive, faz). Na palestra, ele indica a extrema dificuldade em se fazer os padrões, uma vez que uma mera distração arruina todo um mostrador. Nas grandes fábricas, aliás, ele ressaltou que o trabalho ainda é manual (como na Patek e Breguet), mas com divisão de trabalho, sobretudo para aumentar a produção, como para evitar erros: um operador prepara o mostrador, outro o acopla na máquina, um faz o padrão, outro o polimento, e assim por diante. E muitos fodões da indústria, tal a complexidade, sequer arriscam fazer. Exemplo? Dufour. Sim, Dufour subcontrata seus mostradores a terceiros.

A palestra é em inglês e, portanto, exige o conhecimento da língua. Os vídeos a partir de 1h04 não... Devem assistir. Neles o Shapiro demonstra como faz um dos padrões, criado por ele, mais complexos que existem na arte, o "cesto pequeno dentro do cesto grande". Caras, sério, acho que qualquer pessoa, leiga ou não, consegue só ao assistir a esses vídeos ter uma noção da extrema complexidade do trabalho. Pior: ele foi humilde, porque mostra a partir de 1h10m36 um diminuto erro, um deslize no giro da máquina de corte (coisa da espessura de um fio de cabelo). Resultado? Mostrador de prata descartado...

Vale a pena ver, pois temos a tendência de menosprezar os demais ofícios da relojoaria, como a fabricação de mostradores, ponteiros, caixas, em prol do mecanismo, sendo que a parte visual do relógio é, ou deveria ser, a mais importante. Muito boa essa palestra, recomendo aos que falam a língua assistirem e, aos que não falam, pelo menos assistirem aos vídeos acima indicados.


https://www.youtube.com/watch?v=b-6B776Hw3I


Flávio

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Fórum principal / Re:Opiniões sobre calibre omega 1152
« Online: 22 Maio 2020 às 10:38:28 »
Obrigado pelas respostas e conselhos senhores!

Eu acho bonitos os Omega Schumacher, mas o que me incomoda é o fato de ser equipado com o o calibre também de base ETA 2890, que é o mesmo do "Moonwatch" reduced, o qual é tão criticado ao ser comparado com o legítimo Moonwatch (Professional) e exige um zelo maior na revisão.

Tenho a impressão de que o Speedmaster Date não é a versão mais barata de algum outro modelo (como parece ser o Reduced), mas possui uma identidade própria. Mas nada contra quem goste do Reduced.


Cara, na esteira do que o Igor falou, vou te dar o meu exemplo. Eu lancei na internet este site no ano de 2000. Ou seja, lá se vão 20 anos mexendo somente com este site, que passou por altos e baixos e eu já vi de tudo na relojoaria (ou quase tudo). Em 1998, quando fui escolher meu presente de formatura de faculdade, minha mãe me perguntou qual relógio eu queria (tradição de família). A marca eu tinha certeza: Omega. Qual o modelo? Na época, fui na loja, experimentei tanto o Moonwatch como o Reduced, e escolhi este, porque na época não dava muito valor ao lance de o Speedmaster Pro ser algo do passado, blá, blá, blá. Eu queria algo que me servisse bem (e sou um cara baixo...) e que não me enchesse o saco, carregando-se automaticamente. Arrependi-me? Depois, talvez... Mas naquele momento pareceu-me a escolha mais óbvia. Os movimentos com módulo normalmente arregam mais rápido, isso é um fato, mas nunca esse lance de movimento isso, movimento aquilo, deve sobrepor-se ao feeling do relógio no braço e visual. Isso deve ser o preponderante, embora não o único fator, na escolha. Quer um exemplo? Eu tenho 3 Rolexes, de 3 épocas diferentes, com 3 tipos de caixas diferentes. Eu sinceramente acho uma MERDA as maxi case dos Rolexes, no meu caso de um GMT Master, me veste mal paca, super desconfortável. Mas eu não sou a maioria, a galera paga pau para essas caixas... Portanto, o relógio tem que ser bom para você, e foda-se o resto.


Flávio

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Fórum principal / Re:Opiniões sobre calibre omega 1152
« Online: 21 Maio 2020 às 22:17:32 »
Por isso eu disse que o cabra tem que gostar de ambos. Eu mesmo não curto nem a pau a disposição clássica dos valjoux, contadores as 12, 9 e 6...

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Nunca tinha visto em perspectiva, bizarro mesmo.

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Fórum principal / Re:A fabricação de um Royal Oak
« Online: 21 Maio 2020 às 10:40:07 »
Isso mesmo...


Flávio

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Fórum principal / Re:Opiniões sobre calibre omega 1152
« Online: 21 Maio 2020 às 10:39:22 »
Bom dia pessoal!

Sou iniciante nesse fastástico mundo da relojoaria! Estou procurando um Speedmaster mais acessível.

Na mesma faixa de preço, qual a melhor opção: um Omega Schumacher equipado com calibre 1141 (ETA 2890-A2) ou um Omega Speedmaster Date com o cal. 1152 (ETA/Valjoux 7750)?

Obrigado


Tenho um Omega Speedmaster com calibre 1143 e meu irmão um com calibre 1152, falo com conhecimento. É sempre melhor um cronógrafo com construção integrada a um modular, sobretudo com o 2892 (ou 2890) como base. Essas bases tendem a sofrer com falta de torque para impulsionar o cronógrafo à medida que os lubrificantes se deterioram, e o relógio tende a te deixar na mão em pouco tempo, precisando de revisão (algo em torno de 5 anos). E ao revisar, somente alguém com certo conhecimento sabe fazê-lo, pois esses módulos são um porre total. O 7750, apesar de não ser um cronógrafo fácil de revisar, não é bicho de sete cabeças, até mesmo porque talvez seja o mecanismo cronógrafo mais vendido da história. Portanto, se ambos estiverem em excelente estado e você gostar de ambos os visuais, eu nem pensava, iria de Valjoux. Valjoux não dá defeito nem a pau.

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