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Tópicos - SandroZC

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Ladrão assalta joalheria do RioSul e rouba 17 relógios Rolex
Prejuízo é estimado em R$ 200 mil. Ninguém ficou ferido

Rio-  Um assalto provocou pânico e correria no shopping RioSul, em Botafogo, na manhã desta quarta-feira. Um ladrão armado roubou joias e 17 relógios da marca Rolex da loja Celini, no segundo andar, por volta das 10h10m. Havia dois vendedores e o dono do estabelecimento no local. Segundo informações de lojistas, era um homem alto, gordo e negro que usava um boné roxo. O proprietário da loja teria dito a outros lojistas que o prejuízo é de pelo menos R$ 200 mil.

— Nunca havia sido assaltado, fiquei muito assustado. Pelo menos o circuito de câmeras estava ligado — disse Fábio Lessa, um dos vendedores.

O ladrão acessou o local pela entrada da Rua Lauro Muller e se aproveitou do pouco movimento no shopping, além do fato de os seguranças do RioSul não andarem armados. A dois agentes da Polícia Civil, os vendedores contaram que o assaltante carregava uma pistola e uma sacola, onde guardou os produtos. Os policiais disseram a eles que a cena do crime não deveria ter sido alterada, para que fossem possíveis coletar impressões digitais — Fábio adimitiu que arrumou a vitrine após o ataque. A joalheria continua funcionando normalmente.

Uma funcionária de uma loja, que não quis se identificar, viu o ladrão correndo.

— Ele desceu a escada rolante correndo, apontando a arma para cima, sem dizer nada. Foi a maior correria, as pessoas gritavam “pega ladrão”.

Vendedor da loja O Boticário, no mesmo piso, Rafael Medeiros afirma ter escutado um barulho vindo de fora do shopping, que acredita ter sido um disparo:

— O clima era de desespero. Lembro de um senhor gritando para pegarem o homem de roxo. A gente pensa que está protegido num shopping, mas não está.

Segundo outra funcionária do Boticário, na semana passada, houve um assalto em outra loja que não foi divulgado.


O proprietário da Celine, de prenome Marcelo, não quis se manifestar e disse que não sabe se vai registrar uma ocorrência:

— Estou avaliando.

Em nota, o RioSul afirmou que não houve feridos nem interrupção das atividades habituais do empreendimento. “Os prejuízos ainda não foram precisados. O RIOSUL Shopping Center lamenta o ocorrido e informa que está prestando todo atendimento necessário ao lojista”.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/ladrao-assalta-joalheria-do-riosul-rouba-17-relogios-rolex-18738533#ixzz416pca53L

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Fórum principal / Smart Watch, agora uma nova visão.
« Online: 13 Março 2015 às 13:17:11 »
O assunto está rendendo, aqui e alhures.

Até porque a visão sempre foi Do SmartPhone >>> para >>> o Relógio.


Mas agora a Breitling criou algo um pouco diferente:  Do Relógio  >>> para >>> o SmartPhone.

http://www.breitling.com/en/campaigns/b55-connected/?utm_source=newsletter-public&utm_medium=e-mail-a&utm_campaign=b55-connected&utm_content=text


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Demorou...

...mas apareceu aquela homenagem que todos estávamos esperando.

Ou seja sem aquele monte de firula verde-amarela:




Com o Luminor 1950 3 Dias GMT Automático “Tributo ao Brasil”, edição exclusiva de apenas 50 unidades, a marca italiana homenageia o nosso país pela primeira vez em sua história.





Luminor 1950 3 Dias GMT Automático/Aço – 44 mm “Tributo ao Brasil”

Ref. PAM00586 - Edição exclusiva de 50 unidades

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Mecânico automático, calibre P.9001, inteiramente fabricado pela Panerai. 13 3⁄4 linhas, 7,9 mm de espessura, 29 rubis, 28.800 alternâncias/hora. Reserva de marcha de 3 dias, 2 tambores, 229 componentes
Funções de horas, minutos, segundos, data, segundo fuso horário (GMT), parada de segundos

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Fundo de aço escovado, com gravação “Tribute to Brazil”. Sistema de proteção da coroa em aço escovado. Mostrador preto, com marcadores e numerais arábicos luminescentes. Data às 3 horas e segundos às 9
Vidro de safira com 2,6 mm de espessura e antirreflexos
Resistência à água de 30 atm (300 metros)

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Preço
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Botequim / Aos colecionadores, cuidado com o governo.
« Online: 30 Maio 2014 às 08:45:12 »
Fiquei estarrecido ao ler esta reportagem do Estadão.

http://www.estadao.com.br/noticias/arte-e-lazer,em-livro-colecionador-questiona-poder-estatal-sobre-bens-privados,1173602,0.htm

Como sempre, quem mais me estarrece é o governo brasileiro. Sua mão grande quer tudo de todos.

Como relógios são itens de colecionismo, estou colocando o link aqui.

Antes que alguém diga, que nossos relógios não são itens que porventura o governo se interesse, apenas digo que a intenção deste post é mais "apontar o dedo para mais um descalabro em nosso país", e menos em conceituar se nosso ajuntamento é coleção ou não.

Moderação fique a vontade, se achar que o assunto merece ser "tele-transportado"  ;D para o Botequim.

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Botequim / Arnaldo Jabor - Cronicas e Opinião
« Online: 06 Maio 2014 às 09:20:09 »
Vou postar este texto, pois achei-o uma síntese de tudo o que está em meus pensamentos, acerca da situação de nós brasileiros, e de nosso país.

Nada a favor, nem contra o articulista, mas cada vez mais, ele fala o que sinto.





O Brasil está com ódio de si mesmo
Arnaldo Jabor

Nunca pensei que a incompetência casada com o delírio ideológico promoveria este caos

O Brasil está irreconhecível. Nunca pensei que a incompetência casada com o delírio ideológico promoveria este caos. Há uma mutação histórica em andamento. Não é uma fase transitória; nos últimos 12 anos, os donos do poder estão a criar um sinistro “espírito do tempo” que talvez seja irreversível. A velha “esquerda” sempre foi um sarapatel de populismo, getulismo tardio, leninismo de galinheiro e agora um desenvolvimentismo fora de época. A velha “direita”, o atraso feudal de nossos patrimonialistas, sempre loteou o Estado pelos interesses oligárquicos.

A chegada do PT ao governo reuniu em frente única os dois desvios : a aliança das oligarquias com o patrimonialismo do Estado petista. Foi o pior cenário para o retrocesso a que assistimos.

Antes dessa terrível dualidade secular, a mudança de agenda do governo FHC por sorte criou um pensamento mais “presentista”, começando com o fim da inflação, com a ideia de que a administração pública é mais importante que utopias, de que as reformas do Estado eram fundamentais. Medidas simples, óbvias, indutivas, tentaram nos tirar da eterna “anestesia sem cirurgia.” Foi o Plano Real que tirou 28 milhões de pessoas da pobreza, e não este refrão mentiroso que os petistas repetem sobre o Bolsa Família ou sobre o PAC imaginário.

Foi um período renegado pelo PT como “neoliberal” ou besteiras assim, mas deixou, para nossa sorte, algumas migalhas progressistas.

Tudo foi ignorado e substituído pelo pensamento voluntarista de que “sujeitos da história” fariam uma remodelagem da realidade, de modo a fazê-la caber em suas premissas ideológicas. Aí começou o desastre que me lembra a metáfora de Oswald de Andrade, de que “as locomotivas estavam prontas para partir, mas alguém torceu uma alavanca e elas partiram na direção oposta”.

Isso causa não apenas o caos administrativo com a infraestrutura morta como também está provocando uma mutação na psicologia e no comportamento das pessoas. O Brasil está sendo desfigurado dentro de nossas cabeças, o imaginário nacional está se deformando.

Há uma grande neurose no ar. E isso nos alarma como a profecia de Lévi-Strauss de “que chegaríamos à barbárie sem conhecer a civilização.” Cenas como os 30 cadáveres ao sol no pátio do necrotério de Natal, onde os corpos são cortados com peixeiras, fazem nossa pele mais dura e o coração mais frio. Defeitos e doçuras do povo, que eram nossa marca, estão dando lugar a sentimentos inesperados, dores nunca antes sentidas. Quais são os sintomas mais visíveis desse trauma histórico?

Por exemplo, o conceito de solidariedade natural, quase “instintiva”, está acabando. Já há uma grande violência do povo contra si mesmo.

Garotos decapitam outros numa prisão, ônibus são queimados por nada, com os passageiros dentro, meninas em fogo, presos massacrados, crianças assassinadas por pais e mães, uma revolta sem rumo, um rancor geral contra tudo. O Brasil está com ódio de si mesmo. Cria-se um desespero de autodestruição, e o país começa a se atacar.

Outro nítido efeito na cabeça das pessoas é o fatalismo: “É assim mesmo, não tem jeito, não.” O fatalismo é a aceitação da desgraça. E vêm a desesperança e a tristeza. O Brasil está triste e envergonhado.

Outro sintoma claro é que as instituições democráticas estão sem força, desmoralizando-se, já que o próprio governo as desrespeita. Essa fragilização da democracia traz de volta um desejo de autoritarismo na base do “tem de botar para quebrar!”. Já vi muito chofer de táxi com saudades da ditadura.

A influência do petismo também recriou a cultura do maniqueísmo: o mal está sempre no outro. Alguém é culpado disso tudo, ou seja, a “média conservadora” e a oposição.

A ausência de uma política contra a violência e a ligação de muitos políticos com o tráfico estimula a organização do crime, que comanda as cadeias e já demonstra uma busca explícita do horror. A crueldade é uma nova arte incorporada em nossas cabeças, por tudo o que vemos no dia a dia dos jornais e TV. Ninguém mata mais sem tortura. O horror está ficando aceitável, potável.

O desgoverno, os crimes sem solução, a corrupção escancarada deixam de ser desvios da norma e vão criando uma nova cultura: a cultura da marginalidade, a “normalização” do crime.

Uma grande surpresa foi a condenação da Copa. Logo por nós, brasileiros boleiros. Recusaram o “pão e circo” que Dilma/Lula bolaram, gastando mais de R$ 30 bilhões em estádios para “impressionar os imperialistas” e bajular as massas. Pelo menos isso foi um aumento da consciência política.

Artistas e intelectuais não sabem o que pensar — como refletir sem uma ponta de esperança? Temos aí a “contemporaneidade” pessimista.

Cria-se uma indiferença progressiva e vontade de fuga. Nunca vi tanta gente falando em deixar o país e ir morar fora. As mutações mentais são visíveis: nos rostos tristes nos ônibus abarrotados, na rápida cachaça às 6h da manhã dos operários antes de enfrentar mais um dia de inferno, nos feios, nos obesos, no desânimo das pessoas nas ruas, no pessimismo como único assunto em mesas de bar.

Vimos em junho passado manifestações bacanas, mas sem rumo; contra o quê? Um mal-estar generalizado e sem clareza, logo escrachado pelos black blocs, a prova estúpida de nosso infantilismo político.

É difícil botar a pasta de dente para dentro do tubo. Há uma retroalimentação da esculhambação generalizada que vai destruindo as formas de combatê-la. Tecnicamente não estamos equipados para resolver as deformações que se acumulam como enchentes, como um rio sem foz.

E o pior é que, por trás da cultura do crime e da corrupção, consolida-se a cultura da mentira, do bolivarianismo, da preguiça incompetente e da irresponsabilidade pública.

O Brasil está sofrendo uma mutação gravíssima, e nossas cabeças também. É preciso tirar do poder esses caras que se julgam os “sujeitos da história”. Até que são mesmo, só que de uma história suja e calamitosa.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/o-brasil-esta-com-odio-de-si-mesmo-12390048#ixzz30w9MCMrx


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Fórum principal / Calibres Longines L633 x L619 - qual escolher
« Online: 16 Abril 2014 às 11:38:22 »
Gostaria de obter a opinião dos foristas sobre qual dos dois calibres seria uma melhor escolha:

Longines L619 ou L633.

A dúvida advem de qual Hydroconquest escolher.

No site da Longines, baixei um PDF sobre os calibres da marca, e consegui as seguintes informações:


O L619, tem as seguintes caracterísicas
Vibrations 28’800 A/h
ø 11½’’’ – 25.60 mm
Height 3.60 mm
Winding Automatic
Power reserve 42 hours
Base calibre ETA 2892/A2
Jewels 21
Modelo  HydroConquest L3.695.4.19.6

Já o L633:
Vibrations 28’800 A/h
ø 11½’’’ – 25.60 mm
Height 4.60 mm
Winding Automatic
Power reserve 38 hours
Base calibre ETA 2824/2
Jewels 25
Modelo  HydroConquest L3.642.4.96.6


Então:
Peso, e tamanho não influenciariam.

Qual a melhor escolha para o relógio?

Mais jóias (menos atrito? teria menos manutenção?) ou mais reserva de carga?


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Botequim / Jardinagem
« Online: 11 Fevereiro 2014 às 16:11:37 »
Olá, alguém aqui curte jardinagem?   ???

Comprei uma casa com jardim, e estou me aventurando na terapia de cuidar das plantas.

Já fiz algumas besteiras, como matar um monte de planta ao colocar muito NPK na terra e queimar as raízes das mesmas.  :-[

Ainda não converso com elas, como faz minha sogra... vai que um vizinho me vê fazendo isso...

De repente alguém mais informado no ramo pode me dar uns palpites.


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Botequim / TRABALHO EM EQUIPE
« Online: 07 Junho 2013 às 13:11:10 »
TRABALHO EM EQUIPE:

Foi realizada uma competição entre a equipe de remo do Japão e a equipe de remo brasileira.
A competição se inicia, mas o resultado não é favorável para a equipe brasileira. Ela chegou com uma hora de atraso em relação aos japoneses. Indignados, os brasileiros fizeram várias reuniões para averiguar a causa da derrota. Assim ficou o resumo do relatório que fazia a comparação das equipes:

Japão:
* 1 Chefe de Equipe
* 10 Remadores

Brasil:
* 10 Chefes de Equipe
* 1 Remador

Descoberto o grande erro, a equipe brasileira foi remodelada para a próxima competição. Porém, perderam novamente e,dessa vez, o atraso foi de 2 horas. Mais uma vez foram convocadas reuniões e viagens para o estudo das causas. Segue o resumo:

Japão:
* 1 Chefe de Equipe
* 10 Remadores

Brasil:
* 1 Chefe de Equipe
* 3 Chefes de Departamento
* 6 Auxiliares de Chefia
* 1 Remador

Outra vez o erro foi identificado e uma nova equipe foi montada. Tudo foi levado em conta: resizing, downsizing, GQT e ainda economistas opinando, conceitos de modernidade e globalização passaram a ser considerados. Porém, na hora da competição, o Brasil chegou com 3 horas de atraso. Mais reuniões, encontros etc. Foi feito outro levantamento:

Japão:
* 1 Chefe de Equipe
* 10 Remadores

Brasil:
* 1 Chefe de Equipe
* 3 Chefes de Departamento
* 2 Analistas de O&M
* 2 Controllers
* 1 Auditor Independente
* 1 Gerente de Qualidade Total
 * 1 Remador

Depois de muitos argumentos e discussões, chegaram às seguintes conclusões definitivas:

1. O problema era, claro e evidente, a incapacidade do remador, que, com certeza, por culpa de influência do Sindicato e por causa de sua falta de treinamento generalista não era capaz de exercer sua atividade com eficiência.

2. A solução era privatizar ou terceirizar e/ou contratar um remador que não fosse da folha do clube.


Agora o pior: essa história veio dos EUA, e foi apresentada por um professor da Universidade de Maryland, sobre a administração no Brasil, como piada em sala de aula.

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