Belo texto, como sempre.
O ultra‑chron classic da Longines é belíssimo, mas não é uma brastemp e, ainda sim, tem o preço muito puxado. Numa pesquisa rápida no YouTube, chovem influenciadores em coro a elogiar o insuperável custo-benefício da marca, reforçado com este relógio.
Ao ler seu texto, a impressão que dá é que, em meio a este mundo de produção de conteúdo, como que respiramos pura fantasia, sem base sustentável também, afeitos que são, estritamente, ao curto-prazo do império das visualizações.
Torcer para que as marcas mudem a rota, de modo consciente, respeitem e valorizem a gama média. Talvez as marcas pequenas ajudem a sinalizar a importância disso. Mas, pensando bem, a esperança acabou com a América Latina, como diziam...
O ultra‑chron classic da Longines é belíssimo, mas não é uma brastemp e, ainda sim, tem o preço muito puxado. Numa pesquisa rápida no YouTube, chovem influenciadores em coro a elogiar o insuperável custo-benefício da marca, reforçado com este relógio.
Ao ler seu texto, a impressão que dá é que, em meio a este mundo de produção de conteúdo, como que respiramos pura fantasia, sem base sustentável também, afeitos que são, estritamente, ao curto-prazo do império das visualizações.
Torcer para que as marcas mudem a rota, de modo consciente, respeitem e valorizem a gama média. Talvez as marcas pequenas ajudem a sinalizar a importância disso. Mas, pensando bem, a esperança acabou com a América Latina, como diziam...






