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Mensagens - Octávio Ferraz

#1
Belo texto, como sempre.
O ultra‑chron classic da Longines é belíssimo, mas não é uma brastemp e, ainda sim, tem o preço muito puxado. Numa pesquisa rápida no YouTube, chovem influenciadores em coro a elogiar o insuperável custo-benefício da marca, reforçado com este relógio.
Ao ler seu texto, a impressão que dá é que, em meio a este mundo de produção de conteúdo, como que respiramos pura fantasia, sem base sustentável também, afeitos que são, estritamente, ao curto-prazo do império das visualizações.
Torcer para que as marcas mudem a rota, de modo consciente, respeitem e valorizem a gama média. Talvez as marcas pequenas ajudem a sinalizar a importância disso.  Mas, pensando bem, a esperança acabou com a América Latina, como diziam...
#2
Fórum principal / Res: Qual a sua última aquisição?
24 Fevereiro 2026 às 12:08:25
Há o apelo envolvendo Gene Kranz, mas bem antes disso, por si próprio tem este desenho de relógio de mergulho postiço, formato muito característico e também bem confortável. Bem bolado, bem bolado, como diria o Silvio Santos.



#3
Fórum principal / Res: CLUBE DO ORIENT
23 Fevereiro 2026 às 23:21:49
Versão sem data do Bambino. Ficou um relógio muito maroto. Talvez reclamem só do vidro abaulado? Anteriormente havia uma versão sem data mas solar.
https://monochrome-watches.com/introducing-orient-bambino-38-no-date-and-new-colours-2026-bambino-classic-date-specs-price/
Este cinza em especial...
#4
Fórum principal / Res: Swatch: A Verdadeira História
01 Fevereiro 2026 às 23:24:04
Muito bom, obrigado por compartilhar. Uma história profunda, muitos fatores e mãos.
#5
Fórum principal / Res: Os piores lançamentos de 2025
10 Janeiro 2026 às 14:59:45
Essa questão do cavalo-marinho a laser parece piada. E o engraçado é que o Casio talvez seja o que menos merecesse estar numa lista assim, embora o relógio seja uma coisa...
#6
vai postar a lista dos piores e melhores de 2025 aqui também?
Achei o mais absurdo o caso da tradução, que sujeitinho biltre...
#7

Um G-Shock feminino...
#8
Farasute / Sugess

Merkur (sim, não parece tanto, mas pode ser uma boa opção):

#9
texto maravilhoso, é um privilégio ter essas coisas em português, obrigado por compartilhar.
#10
Fórum principal / Res: Filme "Longitude"
13 Dezembro 2025 às 13:36:15
Pessoal, tivemos novidade? Compartilhar este arquivo seria muito bom.
#11
Fórum principal / Res: Mondaine 70 anos.
12 Novembro 2025 às 09:27:58
Helio, concordo, mas acho uma pena ser basicamente uma cópia do Presage/linha de bebidas da Seiko. É um sinal ruim
#12
Muito legal. Gostei. Se possível poste foto com o relógio no pulso
#13
Fórum principal / Res: Tamanho de relógios
21 Outubro 2025 às 22:39:07
É aquela história, em regra a pessoa não vai almoçar o mesmo prato todos os dias, é bom ter certa variedade. Se utilizo um relógio pequeno por uma semana, depois disso, mesmo um de 40' soaria grande, mas no começo apenas, e pelo contraste... em termos de hábito a coisa se assenta.
De todo modo, acredito que a Orient trabalhe numa margem boa até.
Gosto das linhas Spirit-Longines e Black Bay-Tudor, ambas dispõem de alguns casos de mesmos relógios, dimensões diferentes. Daí, fica bem a gosto do freguês. Lançaram um Flyback de 39mm, sendo que há uns anos Longines tinha certos cronógrafos de 44, 45mm, da coleção Master.
Além do mm da caixa, gosto de olhar também e sobretudo altura e distância entre os pinos.
Quanto à altura, além de questões de ergonomia e aparência, talvez isso denote sofisticação do movimento. Não me entra na cabeça o Tentagraph da Grand Seiko ter 15,4 de altura. Nessa faixa de preço, não.
#14
Bom texto. Os independentes e inovadores são muito careiros também. E a quem não tem uma coleção legal fica difícil fazer essa diferenciqção entre paixão distanciada e um objeto tangível nas mãos.
#15
Fórum principal / Res: CLUBE DO ORIENT
09 Outubro 2025 às 16:20:58

Gosto do Mako 40', em especial nesta cor. Ainda que no Brasil o preço distorça o custo-benefício. Mesmo que o acabamento e bracelete não sejam nenhuma brastemp... teria.
#16
Acredito que a moda vai pegar para Rolex também. Olha o Land-Dweller...
#17
boa discussão! O imperativo de mercado que comanda isso, de diferenciação do que é automático/mecânico.
De todo modo, de minha parte, não acredito que um Prospex da vida com fundo transparente (Alpinist, por exemplo) perca em robustez por ser assim. Por outro lado, tem um apelo de ver o movimento sobretudo nos casos extremos: para as pessoas que estão com o primeiro relógio, o que acaba induzindo a curiosidade pela parte mecânica da coisa; e, claro, no caso dos modelos muito sofisticados, cujos minucioso trabalho de acabamento e engenhosidade ficam à mostra, sendo objeto de contemplação tanto quanto do mostrador.
Não dá para entender que o Otsuka Lotec No.6 tenha fundo transparente. De modo geral, prefiro fundo em aço também, com um desenho legal, até para dar uma ilusão de que aquilo é singular e único, a maior parte dos movimentos se repete nos relógios.
#18
Fórum principal / Res: Livros de relojoaria
04 Outubro 2025 às 14:03:45
Chegou certinho aqui, gostei do material, parece muito bom o livro. Ainda não li Dom Quixote, mas ando querendo ler em breve este de relojoaria.
#19
Fórum principal / Res: Livros de relojoaria
17 Setembro 2025 às 12:12:06
Olá! Também comprei o livro, tenho recebido algumas notificações por e-mail. A última foi de "Controle de qualidade finalizado". Atualizo aqui quando ou se vou receber. É uma pena, né. O livro parece muito interessante, mas o relacionamento com cliente deveria ser sempre prioridade por parte das empresas. 
#20
Em minha desimportante opinião, a coisa advém de esfera de outra abrangência, há um cenário, um moinho satânico que, muito antes de se desdobrar nos efeitos descritos no seu texto, cristaliza a mercantilização e financeirização do próprio tempo. Se os preços, calcados na especulação, são inacessíveis para gente normal, o entretenimento gerado, por sua vez, está nas mentes e mãos, e assim, o mundo da relojoaria se reduz a uma diversão distinta, competindo com outros passatempos quaisquer, como assistir a vídeos de visitas a mansões, conserto de sapatos, criação de galinhas. E possíveis escapes, contrapontos, com tendências de gostos, gradações de maturidade do consumidor, aprendizagem etc., disseminam bolhas segmentadas, também no seio da rentabilidade...
Os influenciadores podem até ter certa inclinação crítica ou discernimento comparativo a respeito da qualidade dos relógios. Mas, os influenciadores estão dentro de um contexto de métricas e desempenho, e seu triunfo se deu exatamente nesse mesmo ambiente cronicamente distorcido. Sistematicamente, têm que seguir o compasso da música dos números. O peso de um ingenieur na casa dos 80k, ou mesmo de um Cartier a bateria a 60k, não recai por sobre quem está no palco, é um fardo para quem está na plateia e, contudo, dispõe, com todo esse espetáculo circense armado, de um remédio contra o tédio. O canal do Andrew Morgan, por exemplo: ele tem esses atributos referenciados por você, mas observe as thumbs dos vídeos, os títulos. Há algo que ele não consegue contornar, tem que seguir uma abordagem apelativa.