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Tópicos - flávio

#101
Olha que massa essa kickstarter

https://www.kickstarter.com/projects/rantoge-clock/rantogean-electromechanical-cam-clock-that-hears-the-time

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#102
O Taiti realmente se mostrou o paraíso para os tripulantes do Bounty. O capitão Bligh inclusive comentou que "a intimidade entre nós e os nativos era tão ampla que não havia um tripulante que não possuísse seu `tyo´ ou amigo". Inicialmente, os favores sexuais ocorreram através da troca por objetos, mas com o tempo, relacionamentos amorosos genuínos surgiram entre taitianos e ingleses. Como o Bounty havia chegado atrasado ao seu destino, as mudas de frutas-pão ainda não estavam prontas, obrigando os estrangeiros a permanecerem na ilha por 6 meses. Os tripulantes evidentemente não reclamaram, a não ser Bligh, que temia que o excesso de liberalidades afrouxasse a disciplina da tripulação na perigosa viagem de retorno. Durante a estadia, o imediato Fletcher Christian fez várias tatuagens polinésias em seu corpo, o que enfureceu Bligh; 3 marinheiros, ainda, vislumbrando que o retorno ao mar estava próximo, tentaram desertar e fugiram para ilhas vizinhas, tendo sido punidos com chicotadas após serem capturados. No dia 04 de abril de 1789, finalmente o Bounty zarpou do Taiti com sua carga de mudas de frutas-pão e pouco depois a relação entre Bligh e Christian começou a azedar: qualquer deslize do oficial era motivo para um ataque de raiva de Bligh. A gota d´ água ocorreu 3 semanas depois de zarparem, quando Bligh, em mais um ataque de fúria, acusou publicamente Christian de ter subtraído 3 cocos do depósito do navio. No dia 28 de abril, Christian e outros tripulantes invadiram armados a cabine de Bligh, que ainda estava de pijamas, acordaram-no com tapas e o amarraram. Christian bradou: "estou vivendo o inferno com você nos últimos meses!" Então, 23 amotinados isolaram o capitão e 18 leais a ele em um bote salva vidas. Sabendo que a navegação seria impossível sem um relógio, Bligh tentou levar o K2 e um sextante para o bote, mas foi impedido. Deram-lhe apenas um quadrante. Enquanto o bote se afastava do Bounty, os amotinados xingavam seus ocupantes... Após 47 dias no mar e 6700 km percorridos, em um dos exemplos mais fantásticos de navegação da história, Bligh conseguiu aportar o pequeno bote em uma colônia holandesa no Timor, expondo o motim à Coroa Britânica.



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#103
Fórum principal / K2 e o Bounty
25 Fevereiro 2023 às 08:44:22
Essa é a terceira parte da história do K2, publicada no Instagram

Quando o capitão George Vandeput retornou a Londres, o K2 foi imediatamente levado ao Observatório de Greenwich para testes, que duraram 4 anos. Então, em 1781, o relógio foi embarcado no navio de guerra Prince George, que rumava aos Estados Unidos para tomar parte nas operações da Guerra de Independência. O Astrônomo Real, Nevil Maskelyne, indicou seu assistente para acompanhar a missão e realizar medições de longitude com o cronômetro. Em 1785, com o fim da guerra, o K2 foi instalado no navio Grampus, que tinha como objetivo a descoberta de um território na África no qual escravos negros pudessem viver como pessoas livres. Nessas viagens, o relógio não enfrentou nenhum perigo. Em breve, porém, em uma expedição que tinha o singelo objetivo de transportar árvores frutíferas da Polinésia ao Caribe, o K2 faria parte de uma das histórias mais fantásticas da navegação....
Em 1787, o capitão William Bligh foi designado para contatar polinésios que já haviam se encontrado com o Capitão Cook, pedir-lhes mudas de fruta-pão e plantá-las no Caribe para fornecerem alimento barato aos escravos que ali trabalhavam. Bligh já tinha experiência com um relógio de Kendall, o K1, pois tomara parte nas viagens de Cook a bordo do Resolution. Assim, o K2 foi instalado no navio Bounty, que buscaria chegar à Polinésia através do Cabo Horn. Se a travessia se mostrasse impossível, procederiam via Cabo da Boa Esperança. Como Imediato, Bligh designou seu amigo Fletcher Christian, que já fora seu aprendiz. O navio partiu em dezembro de 1787 e em fevereiro de 1788, próximo do Cabo Horn, passou a enfrentar tempestades. Bligh, para desespero da tripulação, tentou a travessia até o mês de abril, quando então desistiu e determinou que novo rumo fosse traçado para o Cabo da Boa Esperança. Em maio, uma tripulação desgastada finalmente vislumbrou a Table Mountain e o navio ancorou na Cidade do Cabo, onde permaneceu até julho. Finalmente, após mais 3 meses de navegação, o Bounty atingiu seu objetivo: Otaheite, o verdadeiro paraíso polinésio. Vários chefes tribais vieram a bordo, trocaram presentes, e se lembraram de Bligh como integrante da expedição de Cook anos antes. O que poderia dar errado?




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#106
Post agora no Instagram, continuando a história do k2

Com o aumento do comércio mundial, o Império Britânico resolveu pesquisar a viabilidade de uma ligação através do Polo Norte entre os oceanos Ártico e Pacífico. Então, em 1773, o Almirantado disponibilizou dois navios, Racehorse e Carcass, e determinou que o capitão John Phipps comandasse uma expedição até o Polo. A Comissão da Longitude aproveitou a oportunidade para testar dois cronômetros de marinha: o K2, de Larcum Kendall, que foi instalado no Racehorse, e um modelo de John Arnold, embarcado no Carcass. Após alguns meses navegando e a apenas 10° do Polo Norte, os navios acabaram presos na banquisa de gelo em situação semelhante àquela que afundaria o Endurance, de Shackleton, décadas depois. Enquanto cercados pelo gelo, um marinheiro em início de carreira chamado Horatio Nelson, que adquiriria fama ao derrotar os franceses na Batalha de Trafalgar, desembarcou do Carcass e resolveu caçar um urso polar. Ao se deparar com o urso, Nelson disparou seu mosquete, que falhou. O animal, então, seguiu em sua direção para atacá-lo, somente sendo afastado por um disparo de canhão de um dos navios. Enquanto isso, um ansioso capitão Phipps ordenava que mantimentos começassem a ser empilhados no gelo, pois o abandono dos navios parecia inevitável. Por sorte, alguns dias depois o vento começou a empurrar os bancos de gelo para o norte e os navios se desprenderam, conseguindo retornar a Londres. O K2, pela primeira vez, foi salvo de destruição que parecia certa.... Em 1775, Logo após ser reajustado em Greenwich, o K2 foi instalado no navio de guerra Asia, sob o comando de George Vandeput, e seguiu para as Colônias Norte Americanas para tomar parte na Guerra da Independência. Enquanto realizava o bloqueio naval do Porto de Nova Iorque, rebeldes americanos lançaram 3 botes em chamas com explosivos contra o Asia. O ataque, porém, não foi bem sucedido, pois os botes desviaram-se do alvo em virtude da correnteza. Na mesma semana, o primeiro submarino da história (Turtle) foi usado como arma, numa tentativa de afundar o navio Eagle, que operava junto ao Asia. Por um golpe de sorte, pela 2ª vez o K2 escapava da destruição.



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#107
Fórum principal / Sobre o Larcum Kendall K2
09 Fevereiro 2023 às 11:58:39
Post feito agora no @relogiosmecanicos

Larcum Kendall nasceu em uma família protestante no dia 21 de setembro de 1719, em Charlbury, Oxfordshire. Em abril de 1735 se tornou aprendiz de relojoeiro de John Jefferys, com quem trabalhou por 7 anos. Após, abriu seu próprio negócio, especializando-se na construção de escapamentos para George Graham, que ficara muito impressionado com o projeto do primeiro cronômetro marítimo de John Harrison e, inclusive, emprestara-lhe dinheiro para sua fabricação. Posteriormente, Kendall auxiliou Harrison na fabricação do seu 4º e mais famoso cronômetro (H4), que efetivamente se mostrou uma solução prática para o problema da longitude. Não é de se estranhar que Kendall tenha comparecido à desmontagem e explicação do funcionamento do H4 por Harrison, condição estabelecida pela Comissão da Longitude para pagamento da metade do prêmio determinado em lei (cerca de 6 milhões de dólares na cotação atual). A Comissão, logo após, determinou que um relojoeiro comprovasse que a reprodução do H4 era possível, de modo a produzi-lo em série. A escolha recaiu sobre Kendall, por quem Harrison nutria efetiva admiração. Após dois anos e meio de intenso trabalho, Kendall concluiu a réplica, denominada K1, que foi imediatamente colocada à disposição do Capitão Cook para sua viagem de circunavegação do globo. Recebeu pelo trabalho 450 libras (270 mil dólares na cotação atual). Em 1769, questionado pela Comissão da Longitude se poderia treinar outros relojoeiros para construir novas réplicas, Kendall asseverou: "sou da opinião de que muitos anos se passarão (caso aconteça) até que um relógio do mesmo tipo daquele de autoria do Sr. Harrison possa ser fabricado por 200 libras (120 mil dólares na cotação atual). Kendall sugeriu à Comissão, porém, que poderia fabricar uma versão simplificada do H4 por 200 libras. Em 1772, Kendall apresentou o K2, que apesar de utilizar o escapamento de Harrison e compensação para temperatura, omitia o mecanismo de força constante ("remontoire"). Em breve o K2 faria parte de algumas das mais famosas expedições marítimas da história...




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#108
Fórum principal / Que horas são na Lua
28 Janeiro 2023 às 12:34:49
Texto da Folha



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#112
Fórum principal / Vulcain Nautique
17 Janeiro 2023 às 11:42:11
Parece que agora a Vulcain decola, pois a má gestão das últimas décadas foi de lascar, em determinados pontos da sua história eu sequer sabia quem era o dono da marca. E parece que agora estão investindo mesmo em reproduções fiéis do passado, começando pelos belíssimos Cricket e agora com este relógio de mergulho que achei justo, na faixa de 1500 dólares, com um movimento ETA 2824 (não sei qual "grade") dentro. Vejam só

https://www.ablogtowatch.com/vulcain-debuts-the-skindiver-nautique-38mm-watch/
#113
3 tamanhos, movimento Sellita e um preço "acessível", na versão em titânio, de 7800 dólares, provavelmente o mais barato Hublot já comercializado. Eu ainda acho um ASSALTO A MÃO ARMADA para algo com um Sellita, mas até gostei do relançamento, embora não comprasse nenhum, mesmo ganhando na mega acumulada. Aqui

https://www.hodinkee.com/articles/hublot-classic-fusion-original-goes-back-to-where-it-all-began
#114
Gente, comunicado importante, direcionado àqueles que querem fazer da relojoaria sua profissão ou que já estão nela e pretendem se atualizar. O Mauro da Watchtime lançou iniciativa inédita e a partir deste ano ministrará um curso de relojoaria profissionalizante. A pré inscrição já está aberta aqui!


https://watchtime.com.br/curso-relojoeiro/
#115
Fórum principal / A criação do Ulysse Nardin Freak
10 Janeiro 2023 às 13:18:04
Continuando a história iniciada aqui

http://forum.relogiosmecanicos.com.br/index.php?topic=16572.0

Texto do Instagram agora

Em 1996, para comemorar o 250º aniversário de Breguet, foi criada uma competição para escolher a melhor inovação em relojoaria. Os grandes relojoeiros do planeta, a exemplo de Derek Pratt, acabaram se inscrevendo, tendo março de 1997 como data limite para apresentação de seus projetos. Contrariando todas as expectativas, a única relojoeira inscrita, uma parisiense de apenas 25 anos de idade, Carole Forestier, ganhou a competição. Seu projeto consistia em um relógio sem coroa de ajuste, no qual todas as engrenagens e escapamento giravam em um carrossel central, tendo em seu contorno a mola principal.
Logo após a competição, Rolf Schnyder, presidente da Ulysse Nardin, contratou Forestier, com o intuito de produzir em série o modelo. Após 4 anos de pesquisas, porém, ela chegou a um impasse, pois não conseguia extrair mais de 15 horas de reserva de marcha da mola colocada no entorno do carrossel. O ajuste e corda do relógio pelo bezel também pareciam não ter solução técnica... Schnyder, assim, contatou Ludwig Oechslin e pediu-lhe que analisasse o projeto. Oechslin, então, propôs que a mola principal fosse deslocada para o fundo do relógio, o que aumentou a reserva de marcha para 7 dias; sugeriu, ainda, que o próprio mecanismo fosse utilizado para marcar as horas, sem a utilização de ponteiros; e finalmente, que um escapamento de impulso direto com duas rodas fosse utilizado. As rodas, com desenho inovador, porém, não podiam ser fabricadas por métodos tradicionais, colocando a Ulysse Nardin em novo impasse. Pierre Gygax, Diretor de Desenvolvimento da manufatura, então, soube que uma empresa chamada Mimotec realizava experimentos para construção de micro-componentes através de fotolitografia, o mesmo processo usado na fabricação de circuitos integrados, e entrou em contato com sua equipe. Em 2001 chegava ao mercado o "Freak", o primeiro relógio com escapamento fabricado através de gravação por plasma em wafer de silício. O modelo, com visual, funções e utilização de materiais não tradicionais inaugurou a era dos "hiper-relógios" e abriu o caminho para empresas como Richard Mille, MB&F e Harry Winston. É uma das mais importantes criações da história da relojoaria.


Fotos por Christies


Ps Forestier logo depois da UN foi para a Cartier e projetou todos os relógios complicados da marca, inclusive o recente Massa Oscilante Misteriosa. Oechslin fundou a Ochs e Junior. Schyder infelizemente já faleceu.
#116
Post que fiz agora para o insta

Em 1960, com o surgimento dos primeiros cronômetros marítimos a quartzo, a mais tradicional fabricante de modelos mecânicos, a Ulysse Nardin, percebeu que não estava preparada para o advento da nova tecnologia. Um rápido programa de desenvolvimento foi criado entre a marca e a Ebauches SA, com o intuito de lançar ao mercado um cronômetro eletrônico. O modelo desenvolvido, extremamente complexo, sequer chegou a ser lançado e, por volta de 1965, a Ulysse Nardin encontrava-se à beira da falência. A tradicional manufatura, assim, encerrou as atividades ligadas aos cronômetros e focou sua produção nos relógios de pulso.
Em 1983, após a "Crise do Quartzo", a situação da empresa era desesperadora, tendo sido reduzida apenas a um antigo e mal cuidado edifício em Le Locle e dois funcionários.
Enquanto isso, em Kuala Lumpur, o bem-sucedido empresário suíço Rolf Schnyder, que ali fixara residência e fundara uma grande fábrica de componentes para relógios (Precima), dirigia-se a St. Moritz para participar da competição "Cresta" de trenó de neve. Quando chegou na Suíça, soube que a Ulysse Nardin estava à venda e, confiante que poderia resgatá-la, a comprou.
Na mesma época, o polímata Ludwig Oechslin, graduado em Arqueologia, Filosofia e Astronomia, mas também um exímio relojoeiro, retornava de um período de 4 anos no Vaticano, após restaurar o relógio "Farnese", uma maravilha tecnológica feita em 1725, que não só marcava as horas como as fases da Lua e posições dos astros no firmamento.
Rolf Schnyder, ciente do trabalho de Oechslin, procurou-o e questionou-lhe se poderia fazer uma versão de pulso do relógio do Vaticano. Oechslin, descontente em apenas miniaturizar o relógio, propôs a Schnyder: "e se fizermos algo mais complexo, um relógio de pulso com um astrolábio, o instrumento que os antigos usavam para determinar as horas, através do conhecimento da altura do Sol, Lua e Estrelas?" O modelo, chamado "Astrolabium Galileo Galilei", chegou ao mercado em 1985, retirou a Ulysse Nardin do ostracismo e consagrou o início de uma prolífica colaboração entre Oechslin e Schnyder.



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#117
Fórum principal / Live comigo nesta sexta
28 Dezembro 2022 às 16:23:01
Nesta sexta feira, 30/12, participarei de mais uma live com o Leandro do GMT Master 3, na qual discutiremos os "melhores e piores de 2022". Haverá outros convidados. Não peeeeeeeeeeeeeeercam!
Será no canal do Youtube do GMT Menos 3.
#118
Olha que conceito legal... Não é novo, mas gostei da apresentação... O vídeo fala por si, o troço foi projetado com auxílio da prestigiosa escola de relojoaria de Morteau e é feito na França. Custa 4500 euros, não achei extorsivo.

https://www.youtube.com/watch?v=coKzPIGjbko

O site da empresa

https://www.maison-alcee.com/en/
#119
E nós nos achamos empolgadões com nossas discussões sobre relojoaria... Olha o que o maluco fez... Nem precisa entender o que está escrito, as fotos falam por si. E o cara ainda disponibilizou todos os códigos para construção das peças, que são impressas em impressora 3 d. E também como fazer o circuito. Olha só:

https://www.instructables.com/Automated-Perpetual-Calendar/
#120
Texto que publiquei agora no Instagram.

No final do século XIX, as ferrovias proliferaram-se por toda Europa, exigindo dos usuários o conhecimento da "hora certa" para embarque nos trens. Emile Plantamour, Diretor do Observatório de Genebra, buscando incentivar os fabricantes de relógios a incrementarem a precisão dos seus produtos, desenvolveu um plano no qual os modelos seriam submetidos a 40 dias de testes em diversas temperaturas, sendo-lhes atribuídos pontos em uma escala. Os fabricantes rapidamente perceberam que estes testes podiam servir como importante instrumento de publicidade e passaram a competir entre si pelas melhores pontuações em Neuchâtel e Genebra, utilizando calibres especialmente projetados e regulados por profissionais altamente especializados. O desenvolvimento de relógios para competições, os "Fórmula 1" da relojoaria, exigiam tantos recursos das empresas que poucas se atreviam a submeter seus modelos aos testes (apenas Omega e Patek participaram de todas as competições).
Em 1960, Tsuneya Nakamura, um dos idealizadores do Grand Seiko, imaginou como seu produto se sairia frente aos suíços em uma competição. Ao analisar as regras, descobriu que relógios fabricados fora da Suíça podiam ser submetidos aos testes. Como o nome Seiko era pouco conhecido fora do Japão, a empresa decidiu que utilizaria as competições como seu principal instrumento de propaganda.
Em 1964, então, a Suwa Seikosha submeteu-se à competição do Observatório de Neuchâtel, obtendo um pífio 144° lugar. A Daini Seikosha não foi melhor, ficando em 153° colocação... O desapontamento rapidamente se transformou em espírito competitivo e a Seiko determinou como prioridade uma vitória futura. Uma equipe de relojoeiros ajustadores liderada por Kiyoko Nakayama foi reunida e modelos específicos para as competições foram idealizados. Em 1967, um relógio da Daini obteve o 2° lugar e um da Suwa o 3°, só sendo superados por um Omega em 1°. Na competição de 1968, logo após um modelo da Suwa ser testado, os Suíços cancelaram as competições... Em 1971, em uma transmissão ao vivo na TV, Nakayama foi agraciada com a condecoração máxima do governo japonês, por ter levado a indústria japonesa de relógios a ser reconhecida mundialmente.


#121
Olha que legal este modelo para montar, com mais de 350 peças. Funciona por 3 horas com uma corda.

https://ugearsmodels.com/sky-watcher.html

https://youtu.be/XHa-jJs4B2U

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#122
Fórum principal / Relógio Zigue zague
16 Novembro 2022 às 09:01:29
Interessantíssima história contada pelo Johnatan Betts, que já foi curador do Museu de Greenwich e foi um dos organizadores do famoso simpósio sobre Longitude que lançou o nome de Harrison ao público, sobre a morte do seu tio, marinheiro de um navio transportador de tropas torpedeado na 2a guerra. Usem o Google tradutor se não souberem inglês, mas basicamente ele narra que era comum na época os navios acompanharem a localização dos U boats através do sonar e de um relógio da Waltham, mostrado no texto, para determinação de distância. Funcionava assim: ao som do primeiro ping do sonar, acionava-se o cronógrafo, que só marcava 6 segundos (movimento de alta frequência). Ao som do ping de retorno, parava-se o cronógrafo e automaticamente determinava-se a distância. Mas o mais legal é o 2 relógio, padrão na época, sobretudo para comboios. Era um relógio de parede (para navio) normal, mas ao qual havia contatos elétricos na periferia do mostrador e, também, no ponteiro de minutos. A cada passagem do ponteiro de minutos por um dos contatos (que eram deslizantes e podiam ser movidos para alterar em qual momento o contato ocorreria), um sino era automaticamente tocado. Quando o comboio detectada uma alcateia de submarinos, era passado a cada um dos navios do grupo um código para que os relógios tivessem seus contatos ajustados de forma idêntica. E cada toque do sino automático elétrico, os navios fariam um zigue zague, aumentando as chances de fugir dos torpedos disparados e sincronizado toda a movimentação do comboio.

O diário do uboat sobreviveu e mostra que este não estava conseguindo acompanhar as mudanças frequentes de direção, causadas pelo zigue zague. Mas lá pelas tantas, o capitão do navio achou que havia despistado o U boat e desligou o relógio zigue zague... Houvesse mantido o relógio funcionando um pouco mais, provavelmente 360 vidas teriam sido salvas...

Olhem que texto legal

https://www.ahsoc.org/blog/a-sad-commemoration/
#123
Bem... Este o título da reportagem que, conquanto interessante, deve ser lida com um grão de sal. Afinal, o relojoeiro não diz o que fez no relógio para que o serviço fosse considerado fantástico. Digo isso porque na vida só para a morte não tem jeito, para a relojoaria tudo tem: basta técnica e dinheiro. Sim, até uma complexa roda de escape do passado pode ser refeita se o cara souber o processo e quem está contratando quiser pagar. Digo isso porque a reportagem me dá a impressão que provavelmente a assistência autorizada nacional Rolex, que é uma mera trocadora de peças, não uma restauradora no sentido da palavra, parece que não quis fazer o trampo. Presumo que não fez porque não tinha peças de reposição... Mas a reportagem dá a entender que o independente também não tinha! Enfim, vale a pena a leitura, de qualquer modo.

Ps. Alguém sabe qual é este modelo de Rolex, como ano, calibre que usa, etc?

https://saojoaquimonline.com.br/destaque/2022/11/07/relojoeiro-joaquinense-ganha-prestigio-ao-recuperar-rolex-raro-apos-fabrica-nao-achar-solucao/
#124
Fórum principal / Novo calibre TITONI
10 Novembro 2022 às 09:55:32
A Titoni é uma marca que eu ouvia falar desde que comecei a mexer com relógios, no final dos anos 90, mas nunca tinha dado muita bola, eis que sua produção era totalmente voltada ao mercado chinês. Agora, só agora, eles querem ser uma empresa global e inclusive criaram um mecanismo próprio... O projeto é próprio, a fabricação exclusiva, mas não é algo integrado feito por eles, na verdade 15 independentes fabricam os componentes, que depois são montados pela Titoni. Aliás, mesmo o post abaixo do A Blog to Watch tratando-se de algo patrocinado, achei interessante eles dizerem que o mecanismo é uma montagem de componentes de várias empresas independentes. Aliás, a maioria das empresas suíças atua assim e NUNCA abrem o jogo. Vale a pena traduzir o texto no Google, para quem não sabe o idioma, e conhecer um pouco sobre a marca. Eu acho que a marca tem potencial para se tornar grande também no ocidente.


https://www.ablogtowatch.com/titoni-celebrates-a-century-of-independent-swiss-watchmaking-with-in-house-t10-movement/
#125
Fórum principal / Turbilhão feito no Camboja
07 Novembro 2022 às 12:14:54
O primeiro ministro de lá mandou fazer 25 turbilhões, diga-se de passagem muito bonita a arquitetura do movimento, para presentear dignatários de comitivas internacionais. O inusitado é que ele próprio afirmou que os relógios foram totalmente feitos lá, muito embora não tenha entrado em detalhes. Se for verdade, teremos um novo e inusitado país fazendo relógios de alto nível. Se for verdade.... Vejam

https://deployant.com/breaking-news-the-asean-leaders-made-in-cambodia-tourbillon/
#126
Fórum principal / Artya Profundímetro
07 Novembro 2022 às 12:08:43
Achei bem interessante o conceito deste relógio, que contém um profundímetro que, ao contrário dos tradicionais, não atua medindo a pressão para indicar a profundidade. O mostrador é pintado com diversas cores diferentes que, à medida que o mergulhador desce, "somem" do espectro visível e, portanto, indicam a profundidade. Não há qualquer lance mecânico aí, é apenas uma questão de qual cor está ou não visível aos nossos olhos em determinada profundidade. E para quem achava que o laranja era a cor ideal para um relógio de mergulho, vejam que o desaparecimento ocorre relativamente cedo. Olhem que interessante:

https://monochrome-watches.com/introducing-artya-depth-gauge-clever-measuring-dial-colour-specs-price/
#127
Post que fiz agora para o @relogiosmecanicos


Há alguns anos visitava o museu da Corporação de Ofício de Relojoeiros de Londres quando deparei-me com um Smiths De Luxe em cuja legenda se lia: "presenteado ao museu por volta de outubro de 1953 por Sir Edmund Hillary, após usá-lo na escalada da montanha". Tempos depois, no Museu Beyer de Zurique, vi um Rolex Oyster exposto ao lado de um envelope remetido da Nova Zelândia por Hillary. A legenda informava que o relógio havia sido usado pelo alpinista no topo do Everest, enviado à Rolex para testes após a escalada e depois doado ao museu. Confuso, pensei: qual deles de fato foi usado por Hillary na escalada?
Desde os anos de 1930, a Rolex, que havia sido fundada há pouco tempo, desenvolvera estratégia de marketing que consistia em presentear famosos e aventureiros com seus relógios, visando criar uma imagem de produto confiável.
Como parte desta estratégia, forneceu Oyster Perpetuals para todos os membros da expedição britânica vitoriosa de 1953.
Ocorre que a expedição já havia sido escolhida pelo governo britânico como um meio de melhorar sua imagem perante a opinião pública. Lembrem-se que o Reino Unido não era mais o "Império no qual o Sol nunca se punha", tendo perdido diversas colônias e a hegemonia mundial. Portanto, a patrocinadora oficial da expedição tinha que ser britânica, e não foi por outro motivo que a Smiths forneceu não apenas todo equipamento de medição de altitude, respiradores, etc, como os relógios. Mas durante a escalada, pelo menos 3 alpinistas da equipe usaram as duas marcas de relógios ao mesmo tempo, o que pode ser comprovado por fotos da época. Ocorre que Hillary assinou documento atestando que somente usara o Smiths, tendo deixado o Rolex no acampamento-base como reserva. E de fato não há fotos dele com dois relógios, apenas o Smiths. O Rolex Explorer, modelo que sequer existia na época, foi "colocado no topo" do Everest por uma sucessão de propagandas ambíguas publicadas pela Rolex até hoje que, sem afirmar literalmente que o relógio foi usado por Hillary no cume, dão a entender que sim. Comprei este Rolex Explorer em 2009 e talvez o relógio não seja extraordinário: as pessoas que alcançaram o topo do Everest são extraordinárias...



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#129
Fórum principal / A história do cronógrafo
24 Outubro 2022 às 13:09:52
Mais um bom artigo em português no Instituto Português de Relojoaria


https://www.institutoportuguesderelojoaria.pt/post/cron%C3%B3grafo-levrette-monopulsante-prata-1900
#130
Fórum principal / Livro oficial da história da Seiko
13 Outubro 2022 às 12:02:30
Procurem no Google pelo título que encontrarão diversos sites para baixar. Eu baixei e mandei imprimir.



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#131
Perguntaram me isso agora e eu nunca havia pensado nisso... O Exército nosso possui ou já possuiu uma especificação oficial para os relógios que usam, a exemplos de outras forças armadas?

Flávio

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#132
Fórum principal / Cartier Santos com caixa laqueada
10 Outubro 2022 às 08:25:27
Confesso que nunca havia visto este tipo de trabalho, que consiste em usinar a caixa para criar uma faixa e, depois, inserir laca (sintética), levando tudo ao forno para fixar. Mais art deco impossível! Gostei muito do trabalho e, considerando que o relógio usa um movimento da Piaget e possui este trabalho na caixa, os 5 mil euros não parecem tão extorsivos.
Vejam

https://watchesbysjx.com/2022/10/cartier-santos-dumont-lacquered-case-review.html
#133
Fórum principal / Live comigo no sábado
07 Outubro 2022 às 08:06:43
Sábado participarei de uma live no canal do YouTube do Relógios sem Fronteiras. Como diria o Silvio Santos: não peeeeeercam!



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#134
Videozinho bacaninha no Vogalizando a História

https://www.youtube.com/watch?v=ymssHtGH9C4

#136
Fórum principal / A arte de acumular
27 Setembro 2022 às 11:38:24
Eis um "depoimento" do Miguel Seabra a respeito do seu gosto por relógios, que vale a pena ser lido. A melhor frase, com a qual me identifiquei muito, é esta:

"Talvez por estar tão mergulhado no meio, nunca procurei validação social através do uso de um determinado modelo ou marca. Um relógio não precisa de ser reconhecido para ter estatuto e carisma – e até tenho prazer em contar as histórias e falar das pessoas por trás dos exemplares que vou tendo, muitos deles de companhias desconhecidas para o grande público."


Aproveitando a sua deixa, algo que me perguntam com frequência é: qual seu "grail" watch? E normalmente respondo: não tenho grail watch, meu gosto é pela relojoaria, não pelo ter relógios. Parafraseando Seabra, acho que por estar "tão mergulhado no meio" da relojoaria, desinteressei-me totalmente pelo "ter" relógios, até mesmo porque me bastam suas histórias. E, afinal de contas, como como costumo dizer, os grandes relógios da História, aqueles efetivos objetos que modificaram de alguma foram nossa percepção sobre o tema, não estão nas mãos de milionários ou dentro de cofres escuros, mas em museus, para todos verem. E, numa menor escala, cada relógio que a pessoa pertence, por mais simplório que pareça, tem sua própria história e relevância para o dono.


O texto do Seabra, aqui, em português

https://espiraldotempo.com/a-arte-de-acumular/
#137
Mais um completo artigo publicado no Instituto Português de Relojoaria, escrito por uma autoridade no assunto: o fulano que escreveu é professor da Universidade de Lisboa em História Egípcia. Vou lhes confessar que ainda não li, pois longo pra caramba, mas quando ler posto minhas impressões. Resolvi já divulgar aqui antes mesmo de ler pois a mente anda fraca, se não leio no dia que foi escrito, posso esquecer.

Flávio

https://www.institutoportuguesderelojoaria.pt/post/o-calend%C3%A1rio-dos-antigos-eg%C3%ADpcios-globalizou-se?utm_source=so&cid=7fe1b91e-9574-4009-beba-820452bc3425&utm_content=9bd0489e-ff3e-4073-9706-8fa570f4cf3e&postId=ea3ec7ed-2e2e-460a-8b15-72ba49966807&utm_campaign=af692718-04dc-4a62-a045-45b9aaab4e2d&utm_medium=mail
#139
Fórum principal / Omega 8500
16 Setembro 2022 às 10:40:38
Post que coloquei agora no Instagram

Em 1979, Alan Banbery, representante da Patek Philippe na Inglaterra, viu o protótipo de relógio de bolso com escapamento coaxial criado por George Daniels. Alan e o Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da marca, então, visitaram Daniels no seu workshop, na época situado em Londres, e combinaram um acordo para construção de protótipos equipados com o sistema. Entre 1980 e 1984, Daniels participou de várias reuniões na sede da Patek, muito embora tenha sentido que sua presença não era bem-vinda. Certo dia, um técnico da Patek sugeriu que as negociações só seguiriam adiante se Daniels conseguisse instalar o escapamento coaxial, originalmente pensado para relógios de bolso, em um dos novos movimentos da empresa, com apenas 2.5mm de espessura. Daniels sabia que isso não era possível e sentiu-se traído... Mas 2 semanas depois, num estalo criativo, ele concebeu a solução: em vez de três níveis de componentes (pinhão e 2 rodas coaxiais), utilizar uma engrenagem intermediária para impulsionar as rodas coaxiais (2 níveis). O escapamento, com altura reduzida à metade, foi então instalado no movimento Patek. Mesmo assim a marca não se interessou e sepultou o projeto, para insatisfação de Daniels.
Em 1994, quando Daniels apresentou a proposta de fabricação em massa do escapamento à ETA, o que somente viria a acontecer em 1999, a empresa não podia se dar ao luxo de projetar um novo movimento para instalar o sistema. Utilizou, então, o calibre Omega 1120 (ETA 2892), ao qual foi adaptado o escapamento coaxial extra-plano em 2 níveis (calibre 2500). Com o passar dos anos, o escapamento foi aperfeiçoado, sobretudo através da redução da frequência, de 28.800 bph para 25.200, o que possibilitou uma melhor distribuição de torque. Paralelamente aos aperfeiçoamentos no calibre 2500, a Omega passou a desenvolver um movimento especificamente pensado para o escapamento coaxial, sem as limitações de espaço do passado. O calibre, denominado 8500 e equipado com um escapamento de 3 níveis, conceito original de Daniels, foi lançado em 2007 e significou o retorno da Omega à produção de mecanismos "feitos em casa". Influenciado pelo personagem James Bond, comprei este relógio em 2014.

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#140
A história do Cricket é tão tumultuada que eu sequer sei a exata dimensão do que aconteceu com a manufatura depois que a marca foi vendida para a Grovana, a Revue e Thommen seguiram rumos diferentes, investidores ressuscitaram a Vulcain, etc. Uma barafunda de troca de donos, quebra de empresas, etc. Mas agora, vejam só, voltaram às raízes lançando modelos cópia dos originais, em 36 e 39 mm. Me parece que com essa pegada mais vintage as coisas agora vão! Vejam só os modelos. E nem achei um roubo, aliás, para algo tão singular, o preço está bom, por volta de 3500 dolares

https://timeandtidewatches.com/i-dont-like-cricket-i-love-it-why-the-new-vulcain-cricket-is-one-of-the-best-vintage-re-issues-to-date/
#141
Gostei muito deste relógio, sobretudo do mostrador, que apresenta uma gravação (feita à máquina), que eu sinceramente não lembro de ter sido usada em qualquer outro relógio que eu conheça (as gravações são feitas à mão e, por isso, normalmente deixadas para modelos hand made e caros). Este 2892 turbinado que a Longines usa com exclusividade é um puta movimento e, por 2300 dólares, o pacote tem um bom preço. Porém... Quem é das antigas vai se lembrar que quando a Longines fez 30 milhões de relógios, lançou uma linha com calibres L990 feitos em casa que estavam no estoque. Ou seja, apresentou algo efetivamente singular, o que não ocorre agora, apesar do mostrador diferenciado. Mas gostei do modelo (em aço. Os de ouro são carérrimos e fora da realidade no preço).

https://watchesbysjx.com/2022/09/longines-master-collection-190th-anniversary.html
#144
Fórum principal / Gelfman com tubos de Nixie
06 Setembro 2022 às 16:19:34
Acho que o primeiro relógio com tubos Nixie que vi na vida foi do Igor, que fabricou um troço para sua mesa (ou comprou pronto, nem lembro). E não é que uma empresa está fazendo relógios com tubos de Nixie (são "válvulas" de neon, coisas do passado da União Soviética...). Vejam só:

https://www.gelfman.ch/
#145
Fórum principal / Kenissi e movimentos Tudor
06 Setembro 2022 às 15:41:27
Quando a Tudor lançou seu movimento feito em casa há alguns anos, pouco tempo depois este foi disponibilizado à Breitling e, num esquema "autolatina" (quem se lembra?) suíço, os B01 da Breitling foram parar na Tudor. Certo é que algum tempo depois a Tudor embarcou de de vez na fabricação de movimentos para terceiros, entrando num nicho no qual a ETA sempre fora referência. Eu não lembro de a Rolex ter feito isso. E vejam só... Hoje tem marca pra caramba usando movimentos da Tudor (Kenissi). Vejam as imagens:

https://timeandtidewatches.com/six-manufacturers-that-ditched-industry-giants-for-kenissi-movements/
#146
Fórum principal / Mido Powerwind Chronometer
06 Setembro 2022 às 15:38:40
A Mido relançou seu modelo clássico Powerwind, embora numa versão mais parruda (40mm), que ficou bem legal e o preço não estupra: 1350. Gostei muito do modelo, vejam só.

https://www.watchonista.com/articles/closer-look/return-classic-new-multifort-powerwind-chronometer-mido
#147
Fiquei 10 dias fora sem acessar o FRM e percebi ter ocorrido um erro no banco de dados que o tirou do ar momentaneamente. O problema já foi corrigido e, colocando minha cabeça no pós férias, voltarei a postar em breve.

Flávio
#150
Texto muito legal sobre este assunto e outras coisinhas, na BBC. É longo, mas vale a pena:

https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-62404690