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#11
Fórum principal / Res: Novo "Omega Speedmaster R...
Última postagem por Paulo Sergio - 31 Agosto 2026 às 11:40:32
Desculpe se julgou repetitivo... acompanho o FRM somente por aqui!
#12
Fórum principal / Res: Novo "Omega Speedmaster R...
Última postagem por flávio - 31 Agosto 2026 às 11:28:22
Como disse no Instagram, achei a Omega preguiçosa ao lançar algo com praticamente 15 mm de altura.
#13
Fórum principal / Res: Valor revisão Omega no Br...
Última postagem por flávio - 31 Agosto 2026 às 11:27:37
Concordo com o Igor e, salvo engano, apesar de eu achar o valor das manutenções no Brasil caréeeeeerrrimas nas autorizadas, o preço de uma manutenção Omega ainda continua, repito, salvo engano, na faixa dos 3 mil reais a básica.
#14
Fórum principal / Critica do livro Finding Longi...
Última postagem por flávio - 31 Agosto 2026 às 11:24:35
"Finding Longitude: How Ships, Clocks and Stars Helped Solve the Longitude Problem", de Richard Dunn e Rebekah Higgitt, saiu em 2014 pelo National Maritime Museum de Greenwich, para o tricentenário da Lei da Longitude de 1714. Está fora de catálogo — precisei de um sebo virtual para achá-lo —, e valeu cada centavo.
É ricamente ilustrado, com fotografias do acervo do próprio museu, que já visitei, e lança luz sobre a atuação da Comissão da Longitude, que funcionou na Inglaterra por pouco mais de cem anos. Luz necessária porque, para o público em geral, a descoberta da longitude parece ter se cristalizado na obra "Longitude", de Dava Sobel, e no filme homônimo. O problema, percebi só anos depois, ao ler "Os Caçadores de Vênus", de Andrea Wulf, é que Sobel parece ter precisado de um antagonista para tornar a história de Harrison palatável, e o encontrou em Nevil Maskelyne. Maskelyne não foi a figura mal-intencionada que Sobel pintou, mas um astrônomo que buscava uma navegação mais segura — seja pelo método das distâncias lunares, que nem foi ele quem criou (a autoria é de Tobias Mayer), seja pelo incentivo, por quase quarenta anos à frente do Observatório de Greenwich, ao método astronômico e ao uso de cronômetros. Sem nada a ganhar com isso.
É verdade que as regras da lei mudaram no meio do caminho de Harrison, e que outros relojoeiros, como Mudge e Earnshaw, entraram em atrito com a Comissão por se sentirem injustiçados. Mas isso, percebo agora, deveu-se mais às personalidades irascíveis dos envolvidos do que a vontade deliberada de prejudicar. O livro esclarece por que o cronômetro e as distâncias lunares demoraram a prevalecer, o que só ocorreu no primeiro quarto do século XIX — não só por desconfiança dos navegadores, que seguiram na estimativa, mas, e isso eu nunca havia pensado, porque não existiam cartas náuticas confiáveis. De que adianta saber onde se está se houver uma ilha não catalogada no caminho? Foi preciso um trabalho hercúleo de cartografia, do qual a viagem do Beagle é um dos exemplos tratados no livro, para a navegação de precisão se tornar viável.
Livro excelente, recomendo a quem se interessa pelo tema. Pena que tenha saído de catálogo.


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#15
Fórum principal / Res: Valor revisão Omega no Br...
Última postagem por igorschutz - 31 Agosto 2026 às 08:05:48
Deve ser algum erro, pois é proibido por lei que se tenha, no Brasil, uma tabela de preços ao consumidor em moeda estrangeira.
#16
Fórum principal / Valor revisão Omega no Brasil ...
Última postagem por lepa1981 - 30 Agosto 2026 às 08:53:35
Olá, pessoal!

Sou novo no fórum e este é o meu primeiro post, apesar de já acompanhar o fórum e colecionar relógios há bastante tempo.

Queria saber se vocês já repararam nos preços atuais de uma revisão completa dos relógios Omega na assistência oficial. Até pouco tempo atrás, os valores eram apresentados em reais, com uma referência de preço mais fácil de acompanhar. Agora, pelo que vi no site oficial, os preços passaram a ser apresentados em francos suíços.

E o que mais me chamou a atenção foi o aumento bastante expressivo em relação aos valores que eram praticados anteriormente em reais.

Por exemplo, para um cronógrafo mecânico, o valor indicado atualmente é de 950 francos suíços. Quando convertido para reais, estamos falando de um valor bastante alto apenas para uma revisão completa.

Independentemente de entrarmos na discussão sobre se o preço é justo ou não — afinal, uma revisão oficial envolve mão de obra especializada, peças originais, garantia do serviço etc. —, na minha opinião, um valor desse nível acaba tornando pouco viável fazer uma revisão de determinados relógios na assistência oficial.

Queria saber como vocês têm encarado essa mudança. Vocês ainda fazem as revisões diretamente na assistência autorizada/oficial da Omega ou passaram a procurar relojoeiros independentes de confiança?
#17
Fórum principal / Res: O restauro clandestino do...
Última postagem por Paulo Sergio - 29 Agosto 2026 às 11:52:43
incrível essa história!!!
#18
Fórum principal / Res: A história completa da re...
Última postagem por Paulo Sergio - 29 Agosto 2026 às 11:50:52
parabéns amigo!!!
#19
Fórum principal / Iron Maiden e o tempo filosófi...
Última postagem por flávio - 29 Agosto 2026 às 08:24:23
Nesta semana, em 1986, foi lançado Wasted Years, primeiro single de Somewhere in Time e a primeira faixa do Iron Maiden assinada exclusivamente por Adrian Smith. O contexto é a World Slavery Tour, encerrada na Califórnia em julho de 1985, quase um ano de estrada sem intervalos, que rendeu o álbum Live After Death e quase dissolveu a banda: Bruce chegou a cogitar sair e virar instrutor de esgrima. Vieram cinco meses de descanso, o primeiro desde a assinatura com a gravadora EMI. Foi nesse intervalo que Adrian ligou um sintetizador de guitarra Roland, equipamento novo na época, e criou a música inteira. Achou que tinha soado próximo do U2, não pretendia mostrar a Steve, que ouviu por acaso num ensaio e aprovou.

A letra trata da saudade de casa, do desgaste da estrada e dos problemas pessoais daquele período, mas o refrão é otimista: não adianta ficar olhando para trás, buscando o tempo que já passou, porque os anos bons são os que estão sendo vividos agora.

O álbum Somewhere in Time é visto como conceitual, embora não tenha sido planejado assim. Adrian, na biografia autorizada, diz que acabou virando algo que só trata de questões ligadas ao tempo: considerando o que tinham acabado de viver, não era estranho que quase tudo falasse de "tempo desperdiçado ou tempo gasto aprendendo algo a duras penas".

Adrian nunca declarou ter pensado em tempo filosófico ao escrever, mas é possível fazer um paralelo. A distinção é entre tempo cronológico, quantidade mensurável e idêntica para todos, e tempo filosófico, qualidade: o que a consciência faz de cada dia. Sêneca resume a ideia: a vida não é curta, nós é que a desperdiçamos. Marco Aurélio dá a regra de conduta: viver cada dia como se fosse o último, sem agitação, sem indolência e sem falsidade, e constatar isso é o primeiro passo para mudar.


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