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Tópicos - ivison

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Fórum principal / Uma opção de fornitura....
« Online: 03 Março 2016 às 11:28:41 »
Salve,

Estou procurando alguns materiais e nesta busca achei o site deste fornitura...

Fornitura Bulka...   http://www.forniturabulka.com.br/index.php

O sistema de busca é "estranho" para mim... mas pode ser minha burrice mesmo e por isso peço um desconto... mas achei muito material que as vezes já fiquei no sufoco.

Até pode ser que para alguns seja "coisa antiga"... "Pô este cara não conhecia a Bulka? Muito desinformado mesmo!"... mas os que já conhecem e/ou usaram informem se é de confiança.

E para quem não conhecia fiquem "estupefado" como eu ... pois vi material que achava só existir no "mundo paralelo" das assistências técnicas e afins...

Abraço a todos,

Ivison

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Fórum principal / Mudou para melhor?
« Online: 22 Fevereiro 2016 às 22:40:20 »
Salve a todos,

Sei que não é nada "novo"...

Melhorou? Eu acho que sim... nunca gostei das informações "inclinadas" da 1º geração... que poderiam gerar "confusão"... a 1º geração ficou mais para Citizen do que Omega... fugiu muito da marca... até mudaram a cor do mostrador na 3º geração para evidenciar a marca em branco... vejam que na 1º geração a logo esta "apagada"...

Não sei sobre as caraterísticas eletrônicas mas tenho certeza que evoluíram... por que?  Diferente da mecânica os saltos evolutivos da eletrônica são quânticos ...colocaram mais atualizações com o uso das outras gerações... e assim sendo surge a evolução...

O Moon será sempre o Moon... com suas histórias e conquistas... uma joia que será eternamente reverenciada... mas Marte é muito... mais longe que a Lua.. e a ferramenta tem que ser melhor. A 3º geração sobreviveu aos testes da Nasa ( http://www.esa.int/Our_Activities/Human_Spaceflight/Astronauts/ESA_and_Omega_a_watch_for_astronauts )...

E ficou mais bonito... uns vão gosta, outros não e outros não vão gostar de nada...

Interessante esta foto lado a lado... 1º geração tem ou não cara de Citizen...



Agora para qualquer um querer ir a Marte... a roupa azul... estilo RM4...




Não sei se já saberiam esta resposta... vende mais que a 1º geração?

Abraço,

Ivison

OBS: Este tópico é quase um UPa neném do tópico do EduBR que passou batido por todos ( http://forum.relogiosmecanicos.com.br/index.php/topic,11811.msg228334.html#msg228334 )

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Botequim / Geração Y... será que dominaram ou foram dominados?
« Online: 20 Fevereiro 2016 às 18:28:19 »
Salve a todos,

Botequim é para isso... questionar as coisas do dia... vejam este texto... alguns serão os protagonistas e outros "leitores"... sinto falta de quando sexta-feira era sexta-feira... quando desligávamos a tomada, e somente, na segunda-feira religávamos...

link original: https://medium.com/@carvalho.icaro/o-que-diabos-aconteceu-com-gera%C3%A7%C3%A3o-y-73cd16ccc5c9#.sx19z21vc

O que diabos aconteceu com a GERAÇÃO Y?!
Um texto sobre liberdade, responsabilidades e as misérias de uma geração que está se perdendo no meio do caminho.

Na semana passada eu ouvi de um garoto, ainda na faculdade, o seguinte depoimento:

    “Seu texto sobre a subserviência das empresas em relação ao cliente deveria ser pregado na porta de entrada de todas as empresas do país, nas salas de reuniões e ser repetido como mantra em palestras de empreendedorismo para todos os empresários do Brasil. As agências de publicidade, especificamente, estão atingindo um nível de servidão pior do que pastelaria.

    Na pastelaria ninguém fica acelerando o pasteleiro. Ninguém manda e-mail para o pasteleiro mandando ele entregar o pastel na mesa dele até as 9h da manhã. Para o pasteleiro, quanto mais horas ele trabalhar, mais ele vai ganhar. Falar em hora extra em publicidade só vai fazer as pessoas rirem. Enfim, desculpa o desabafo”.

Somos uma geração de bobos que se acha esperta. Nossos pais davam duro, saiam de casa cedo, trabalhavam como doidos, indo e vindo do centro da cidade, em cartórios, lotéricas e visitas bancárias, muitas vezes em carros sem ar-condicionado, mas ganhavam bem o suficiente para sustentarem uma família com três filhos, carro, cachorro e ainda levavam todos para comerem churrasco aos domingos.

A geração de hoje se deixa enganar pela falsa sensação de divertimento, que nunca tem fim. Transformaram o ambiente de trabalho em um circo, para que você ouça: “Ei, mas aqui é divertido! Dane-se se não te pagamos horas-extra ou se te colocamos para trabalhar por toda a madrugada em troca de pizza. Aqui você pode trabalhar com boné!”.

Quando nossos pais estavam em casa, eles estavam em casa mesmo! Dane-se que o trabalho tinha sido duro, após as 18:00 eles sentavam naquele sofá da Mesbla, abriam a primeira Antártica da noite e era a hora do futebol. Qual foi a última vez que você esteve realmente desconectado do seu trabalho? Você tenta se convencer de que aquele Whatsapp do cliente às 00:00 não é nada demais, que é coisa pequena, que “pega mal” não responder. E aquele inbox no Facebook às 1:35 da manhã? “Ah, eu já estou aqui mesmo, né. Agora ele já viu que eu visualizei…”.

Provavelmente você caiu no mito do home-office libertador, que te faz perceber, anos depois, que ele só foi capaz de te “libertar” do horário comercial. “Ah, mas você trabalha em casa!” — pronto, é sinal de que receberá demandas ou mensagens a qualquer hora da madrugada.

Provavelmente você ainda não se ligou, mas você produz dezenas de vezes a mais do que o seu pai ou os seus tios conseguiam. Antes, para atender um cliente, você precisava ir na loja ou na casa dele, lá na puta que o pariu. Hoje? Skype. Antes, era FAX ou mandar documentos pelos correios. Hoje? E-mail. Antes, você estava limitado à sua cidade. Hoje? Internet, meu filho!

Entretanto, quanto é que você está ganhando? Acorde para a vida! Agências com mesa de sinuca, totó, chocolates à vontade, cafezinho expresso, pula-pula e vídeo-games significam apenas que você está pagando por tudo aquilo e que o seu salário, ao final do mês, sentirá a pancada.
“Tudo bem, porque eu amo o que eu faço!”.

Na semana retrasada eu ouvi isso. Estava contratando os serviços de uma START-UP de tecnologia para um dos meus negócios e havia esquecido de perguntar alguma coisa. Já eram 23:00 horas. Fui ao Skype, me certifiquei de que a menina do suporte estava OFFLINE e deixei uma mensagem. Poderia ter feito isso pelo Facebook, mas eu sabia que iria apitar lá na casa dela e não queria esse tipo de coisa, ainda mais naquele horário. Enfim, enviei a mensagem e deixei escrito: “Só me responda quando chegar ao escritório!”.

Faltando quinze minutos para uma da manhã, a menina me responde, pelo Facebook. Eu digo: “O que você está fazendo aqui? Te deixei uma mensagem no Skype! Vá dormir, namorar ou assistir aquelas séries no Netflix!” e ela me disse: “Ah, é que eu entrei no meu skype só para ver se estava tudo bem com os clientes. Vi a sua mensagem e retornei. Não custa nada, nem se preocupe. Eu amo o que faço. Rs”.

Eu amo o que faço…erre esse. À uma da manhã de terça feira. Com o teu chefe te pagando, provavelmente, entre dois mil e quinhentos a três mil reais para isso…e somos nós quem somos a geração dos “desapegados, que querem viver a vida”.

Estamos nos tornando uma geração de trintões cujas preocupações são os próximos shows do Artic Monkeys, a cerveja gourmet da moda e a próxima temporada de House of Cards. Uma geração sem filhos, que foge das responsabilidades, se iludindo com a ideia de que o seu chefe é seu amigo e que por isso você “quebra alguns galhos para ele”.

Ouvimos de todo tipo de especialista, que somos a geração livre por excelência, que preza pela mobilidade e pela qualidade no ambiente de trabalho, mas de alguma forma nós erramos o caminho e nos tornamos aquele tipo de gente que fica conversando com o cliente às 20:00 horas, enquanto janta com a mulher. E nos achamos o máximo, quando batemos o pé: “Ai, que saco, o meu chefe não me deixa em paz!”. Que corajoso!
Acredite, esse gordo manjava dos paranauês.
O resultado? Uma nação de escravos!

Olhávamos para nossos pais e avós e pensávamos que eles eram escravos da própria família. Que haviam tido muitos filhos e que isso, de alguma forma, os prendeu em uma vida cheia de amarras e limitações, mas, hoje, advinha só? Da sua idade ele já tinha casa própria e carro na garagem. E você? Figuras de ação do Mega-Man.

Em algum ponto entre o final da faculdade e o começo da vida adulta, nós perdemos a mão. Não estamos estabelecendo relações saudáveis de empregador e empregado, mas um misto de coleguismo com parceria e com prováveis projetos que poderão mudar o mundo, mas que não ajudam a pagar o aluguel.

Ah, mas você não é empregado? Tem o seu próprio negócio? É um empreendedor em início de carreira? As notícias também não são muito boas…
Você também é um escravo!

Com a popularização da tecnologia e da conectividade, os super-heróis deixaram de ser os esportistas e os homens engravatados de Wall-Street e passaram a ser os empreendedores do vale do silício. Aquele tipo de pessoa que usa camiseta sempre da mesma cor, tênis, vai trabalhar de bicicleta e mantém uma dieta ecologicamente adequada.
Aqui nós somos felizes e podemos levar o nosso cachorrinho para o trabalho, às sextas-feiras. Para falar a verdade, trabalhar aqui é tão legal, que nem precisamos voltar para casa!

Com isso, surgiu a cultura da motivação constante e da satisfação do cliente a qualquer custo. Não importa o que aconteça, a experiência do seu cliente deve sempre ser a melhor possível; ainda que ele seja um babaca!

Eu posso te falar uma coisa? Nem sempre o seu cliente tem razão. Nem sempre ele sabe o que é o melhor para o negócio dele e nem sempre aquele “logo dourado com bordas vermelhas, estilo a da propagada da mortadela Seara” é a melhor opção. O problema é que dizer isso na cara dele agora se tornou um crime! Não é proativo e engajado discutir com o cliente, ainda que ele esteja escandalosamente errado!

A cultura desses caras, importada para cá de uma maneira incompatível com a nossa realidade, diz que devemos buscar a composição sempre, fazermos reuniões intermináveis até que todos estejam satisfeitos e sorridentes. Dar pesos e medidas iguais aos especialistas e aos curiosos. O que acontece? Tentar extrair o dente do paciente com uma colher de pau.

Estamos na décima sétima alteração e o contrato diz que só faríamos até cinco? Sem problemas! A satisfação do cliente em primeiro lugar! Ele acha que não precisa fazer um contrato com você? Sem problemas, lá fora muita gente deixa isso para lá! O que? Agora ele não está te pagando? Cuidado! Não o cobre de maneira que possa parecer ofensiva! Não é isso que a Amazon faria!
Você está preso em uma camisa de força verbal.

A camisa de força verbal é um dos institutos comportamentais que mais causa dano à mente e à consciência de qualquer pessoa. No empreendedorismo, 90% dos profissionais sofrem desse tipo de mal.

A maior libertação, para qualquer proprietário, é quando este alcança certo grau de autonomia, que pode chamar a atenção do seu cliente e fazê-lo perceber que aquilo é para o seu próprio bem. Que, identificando o erro, ele está é justificando o seu dinheiro, ao dizer que ele está fazendo merda.

Aqui no Brasil, a educação ganhou status de religião. A mãe que paga a escola não quer ver seu filho criticado, afinal de contas, o boleto é caro. Do mesmo modo, o cliente chato — e insistente — não quer ser repreendido; ganha-se o mantra do “o cliente sempre tem razão”, em desfavor da alma do próprio empresário.

Vá à Itália e peça a comida do jeito que você quiser e ouvirá, imediatamente, um sonoro: “Não. Vá comer em outro canto”. Isso para o brasileiro é criminoso. Faz com que ele se insurja, contando aos amigos: “Acredita que eu pedi para fazer o macarrão mais mole e me disseram que não dava? Que ignorantes!”. Ele não enxerga que ele mesmo é que é o pé no saco. Que não respeita nada nem ninguém. Vê no empreendedor alguém que deve servi-lo, independentemente de quão imbecil e sem propósito sejam os seus desejos.

O brasileiro de hoje está acostumado ao mando, porque paga. O código de defesa do consumidor criou um monstro, que custa a saúde emocional e física de milhões de empreendedores. O meu maior conselho a vocês, é: construa uma empresa que você possa mandar o cliente indesejado tomar no cu. Faça isso ou adoeça.

Entretanto, no mundo de arco-íris e pôneis da geração Y, que é feita de vidro, isso é ser rude, preconceituoso, antiquado, grosseirão. Às custas da própria saúde e do caixa da empresa, ele manterá aquele cliente chato, pentelho, arrogante e que — muitas vezes — nem te paga. É isso ou você não estará seguindo “o manual da cordialidade do Facebook”.
A conclusão? Não sei.

Da geração que iria mudar a maneira com que o mundo se relaciona a um bando de bebês de meia idade, que mora de aluguel e que o ponto alto do ano é o lançamento de mais um filme da guerra nas estrelas.

Gente que ama a liberdade, mas que está presa a um computador. Do tipo que está na décima quarta START-UP, sempre atrás daquele round de investimento que o tornará milionário. A menina que tem vergonha de dizer que é vendedora e que se apresenta como “líder-team da equipe de vendas” e do blogueiro que é articulista e CEO no perfil do Facebook.

Aonde é que fomos parar? O que é que aconteceu com a GERAÇÃO Y? Assim como o garoto do começo do texto: desculpem o desabafo.


Abraço,

Ivison

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Botequim / Você é importante ?
« Online: 19 Fevereiro 2016 às 16:23:27 »
Salve a todos,

Vejam este vídeo... tantos paralelos.. vejam e analisem...

https://www.youtube.com/watch?v=T6K4OTUkYjk

Abraço a todos,

Ivison

5
Fórum principal / Heresia com a Rolex...
« Online: 15 Fevereiro 2016 às 16:05:19 »
Salve a todos,

Uns vão achar que é ridículo... destruir a tradição... mimimimimimimimimimi....

Outros vão achar que é pura arte... mimimimimimimimim...

Mas com meu "cú" ( cú = gosto ) achei uma tirada fantástica... http://www.ablogtowatch.com/madeworn-american-hand-engraved-rolex-watches/

Mas precisa de um braço tatuado para usar... :) :) :) :) :) :)... e só assim uso um Datejust.... e vamos ouvir mimimimimimimimimimimi... ;D ;D ;D ;D ;D ;D ;D ;D






Abraço a todos,

Ivison

6
Fórum principal / CUSTOMIZAÇÃO - MELHOR QUE O ORIGINAL ?
« Online: 13 Fevereiro 2016 às 16:30:22 »
Salve a todos,

Que melhorada o "cara" fez...melhor do que os originais... é só sair da bolha... claro que tem gente que não vai gostar pois gosto é como cú e todo bundão tem...

SEIKO 5 CUSTOMIZADO
( pena as fotos não estarem ajudando mas o conjunto esta muito harmonioso... o mostrador lindo ) um relógio social





SEIKO SKX007 CUSTOMIZADO ( ponteiros, mostrador e bezel se fundiram com perfeição ) este um diver elegante e com visualização de informações rápida e clara.





Caso alguém tenha curiosidade pelo "trabalho" do cara basta seguir o link... os cuidados técnicos e estéticos são muito bons... http://www.ebay.es/sch/sausagedogseiko/m.html?_nkw=&_armrs=1&_ipg=&_from=

Sem contar que a manutenção mecânica é fácil... e se quiser volta tudo para o original.

Abraço a todos,

Ivison

7
Fórum principal / Vintage - Canal no Youtube para referência
« Online: 01 Dezembro 2015 às 14:32:25 »
Salve a todos,

Não sei se já postaram a indicação deste canal... caso positivo basta deletar..

https://www.youtube.com/user/tickdong/videos

Quem não conhece vale a pena dar uma olhada... cada relógio muito interessante.

Abraço,

Ivison

8
Fórum principal / Orient Chifrudinho... não conhecia!
« Online: 30 Dezembro 2014 às 12:14:04 »
Prezados,

Algum dos senhores já viu este relógio pessoalmente?



https://www.facebook.com/orientrelogios/photos/pb.140343032720536.-2207520000.1419948191./753093354778831/?type=1&theater

Com certeza é quartzo.

O design ficou interessante.

E como a Seiko optou mesmo pela assistência técnica no Brasil ser realizada junto a Technos ( a Citizen usa o Magnum Group para assitência técnica... e vocês precisavam ver onde deixei meu Ecozila para trocar o capacitor... 45 dias úteis para ter o relógio "consertado")... irei optar pela Orient.

Abraço,

Ivison

9
Fórum principal / Ajuda com Rolex !
« Online: 05 Abril 2012 às 12:02:02 »
Prezados amigos,

Irei abusar do conhecimento de vocês...

Alguem saberia se quais os calibres que o Rolex Daytona usou durante sua vida?

Estou em dúvida pois fui informado que entre 10/12 anos atrás o Daytona usava um calibre não "in house"... esta informação procede?

Antecipadamente grato,

Ivison de Mattos.

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Fórum principal / Bezel Monster !
« Online: 21 Março 2010 às 13:46:32 »
Salve,

Algum amigo poderia me indicar onde conseguir o bezel do Seiko Monster ? Procurei no ML e não encontrei...  Infelizmente o acabamento das 12 horas "descascou" e só esta agora o luminoso... não culpo a qualidade do produto mas sim o uso intenso que coloco o relógio ( mergulho e uso direto ).

....

Atencipadamente agradeço a atenção de todos.

Um abração,

Ivison de Mattos.  


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