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Mensagens - Adriano

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Fórum principal / Re:Novos cronógrafos automáticos Seiko
« Online: 08 Outubro 2021 às 10:24:26 »
Os 8Rxx já existem há pelo menos uns 12 anos que eu me lembre. Acho que os Ananta foram os primeiros a usarem e já existiam no final dos anos 2000.

Abs.,

Adriano

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Fórum principal / Re:Tissot High Tech Escapement
« Online: 08 Outubro 2021 às 10:21:25 »
Tenho este vídeo no Chrono Talk, pode informar algo nesse sentido:

https://youtu.be/SLyrm6FIveU


Mas respondendo diretamente, sim, eles são balanços de inércia variável (free-sprung) e portanto você regula eles como qualquer outro. E sim, mesmo as versões com escapamento de polímero e espiral metálica atingem o COSC. Mas aí entramos naquela velha discussão que eu já plantei: ficar dentro da marcha diária média requerida pelo COSC não é tão difícil para calibres modernos. Praticamente qualquer suíço moderno consegue. Aliás, chinês também. O critério mais eliminatório do COSC é o isocronismo entre 0 e 24h. A regra, adaptada de competições de cronometria, foi bolada em uma época em que relógios tinham reserva de marcha de 40, 42 talvez 48 horas de reserva e muitos ainda eram de corda manual, ou seja, relógios que em teoria recebem corda uma vez por dia... desse modo, após 24 horas eles estavam com cerca de metade de sua corda já descarregada... Isso não significa metade da força disponível, mas significa uma queda de algo entre 20 a 35% de sua força e consequentemente da amplitude, e consequentemente afetando a marcha caso o isocronismo não fosse bom. Era nessa que o bicho pegava e os relógios reprovavam.

Porém com o aumento da reserva de marcha nos últimos anos (adivinhem por qual razão...) para coisas superiores a 60 horas... chegando facilmente a 70, 80, 100 horas... Isso significa que depois de 24 horas, a queda de energia é ainda é praticamente nula e resultado das marchas no 24 horas fica igual ao "zero hora" (corda cheia) e nessa o relógio passa facinho no COSC...

Por isso eu, que sou um zé mané que não apito nem na minha casa quando mais na indústria, acho que o COSC ou qualquer outra certificação de cronometria deveria rever seu critério de teste de 24 horas e considerar mais horas de intervalo, ou, o mais justo, 50% da reserva de marcha. Se o relógio é 8 dias, o intervalo da medição é de 4 dias. Se é de 80 horas, o intervalo é 40 horas e assim por diante.

Mas é óbvio que eu não sou o primeiro a ter pensado nisso e acredito que a indústria inteira, repleta de gente muito mais inteligente que eu, já pensou. Mas ninguém fez nada e nem vai fazer. Enquanto houver gente pagando mais caro e esnobando na conversa de boteco por um certificado que hoje não certifica praticamente mais nada. É tipo aquelas competições esportivas de crianças bem pequenas, que dão medalha para todos, do primeiro ao último colocado, para nenhuma chorar porque perdeu ou chegou em último.

Meus dois centavos, claro.

Abs.,

Adriano

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Fórum principal / Re:Os calibres Omega série 1000
« Online: 08 Outubro 2021 às 09:59:52 »
Detalhe: esses calibres são MUITO precisos. Claro, por serem antigos, você vai encontrar exemplares gastos, mexidos por curiosos... aí a precisão vai para o brejo. Mas quando estão em ordem, são incrivelmente precisos.

Abs.,

Adriano

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Fórum principal / Re:Relógios Alemães - Comparativos
« Online: 24 Setembro 2021 às 12:15:57 »
Tem a Wempe e a Union Glashütte... acho que são mais baratos que a Sinn, mas também caem naquela categoria de serem pelo menos 50% suíços. E não vejo como fugir disso. A Alemanha, como não tem fabricante de ebauches em escala industrial, ou usa mecanismos suíços, ou faz seu próprios e aí... tirando a Nomos, vai cair em uma faixa de preço de Lange... ou de Moritz Grossmann pelo menos.

Abs.,

Adriano

5
Maravilha de explicações, meus caros!

Muito obrigado!

Vale citar ainda que o compriemento do ponteiro influencia na sua percepção desse movimento. Quanto mais longo, mais perceptível são os pequenos saltos.

Abs.,

Adriano

6
Fórum principal / Re:Longines Avigation Chronograph da 1a geração
« Online: 22 Agosto 2021 às 17:03:22 »
Ah, e só complementando, mas para confirmar só alguém da bancada mesmo: o "garfo" acima da roda de colunas na foto parece uma embreagem vertical. Ou seja, o tal módulo tem roda de colunas e embreagem vertical, mas todos os "problemas" de um came e embreagem horizontal mal feitos. Ou seja, não basta um sistema ser teoricamente bom, ele tem que ser bem feito. E o módulo 2894, até na aparência, é tosco demais. Opinião de usuário e teórico, claro. Quem sabe o Adriano não tem uma opinião diferente da minha?

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É que é tudo estampadão né? Tudo estampado termina com cara de tosco. Faz parte da proposta, à época... Se colocar esse fator no contexto dos anos 1990, é o que tinha.

Abs.,

Adriano


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Se alguém tiver boa memória e paciência para procurar, vai ver que eu falei, praticamente nessas mesmas palavras, que pátina era um nome bonito para estragado. Que "tropical dial/hands/bezel" era outro nome bonito para sucata.

Quase me execraram. Que bom que depois de alguns anos de endinheirados sendo feitos de trouxas, alguém com voz nesse mundo (diferente da minha) falou a mesma coisa. Ainda que com alguns anos de atraso.

Abs.,

Adriano

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Fórum principal / Re:Relógios chineses
« Online: 20 Julho 2021 às 13:53:10 »
Tenho alguns Steeldive, um Rectangula, um Proxima e 3 San martin. Todos com máquina Seiko NH35. Um Steeldive chegou com uma marquinha na caixa, mas perfeito em termos de limpeza. O Próxima é excelente e os San Martin mais ainda. Um San Martin, se fosse suíço, custaria fácil mais de USD 2k. Nunca, em todos estes anos, recebi tanto por cada $ pago. Fora o atendimento que te dão, se necessitar. Mostradores, ponteiros e braceletes com uma qualidade que não se vê em relógio suíço de menos de USD 5k. Qualquer hora posto fotos.


Abs.,

Adriano

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Fórum principal / Re:Vidro de Safira é 100% à prova de riscos?
« Online: 16 Junho 2021 às 23:27:54 »
Relendo minha resposta, fiz uma correção: o que eu quis dizer (pensei uma coisa e escrevi outra) é que se apenas materiais mais duros fossem capaz de riscar algo, o diamante (não a safira) seria inlapidável, pois nada riscaria o diamante.

Abs.,

Adriano

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Fórum principal / Re:Suíça 10 anos
« Online: 10 Junho 2021 às 21:37:33 »
Le Brassus. Quando tem neve, é só subir essa ruazinha uns 200 metros e tem a pista de esqui com teleférico.

Abs.,

Adriano

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Fórum principal / Re:MODELO OMEGA DE VILLE X CALIBRE
« Online: 10 Junho 2021 às 21:35:47 »
Pelas fotos - ruins - tanto relógio como mecanismo parecem originais. Mas um não pertence ao outro. Se essa máquina está nesse relógio, ou ela toda foi trocada, ou na melhor das hipóteses a ponte toda do automático + o rotor foram trocados por esse de calibre 1143 (não existe Omega 1148, esse é um 1143, a foto que está ruim).

Abs.,

Adriano

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Fórum principal / Re:Vidro de Safira é 100% à prova de riscos?
« Online: 10 Junho 2021 às 21:25:04 »
Como já foi dito, safira não é a prova de riscos. Isso é mito.

Mas também é um conceito errado que apenas diamante risca safira, ou que é necessário um material mais duro para produzir riscos em outro. Fosse assim nada riscaria o diamante e ele seria "inlapidável", certo? Materiais de mesma dureza são capazes de riscar uns aos outros, exceto se ambas as superfícies forem lisas. Basta ir na cozinha e pegar duas facas iguais. Se esfregar suas partes lisas, uma na outra, não risca, mas se passar o fio de uma na parte polida da outra, risca. E mediante algum impacto, até materiais um pouco menos duros podem riscar outros mais duros.

Posto isso, qualquer coisa com dureza 9 na escala Mohs é capaz de riscar safira. E não é raro encontrar materiais com essa dureza em todo canto. Qualquer areia está cheia de grãos de óxidos de metais - tal como a safira - com a mesma dureza.

Além disso, a estrutura de um risco em  metal é diferente do risco em um mineral duro. Apesar da aparência semelhante a olho nu, um risco ordinário em um metal não remove material. Sob olhar microscópico, um risco em um metal consiste em uma deformação, seja com afundamento no local do risco, ou espalhamento do material para os lados, ou ambas as coisas. Normalmente tem um perfil em "V" que se estende ao longo do risco.

Nos minerais, é diferente. Não existe deformação, mas sim remoção de material. Sob microscópio, ele é na verdade uma série de lascados em fila. Imaginem que é como você cravar uma picareta em uma calçada de concreto e sair arrastando ela. Essa é a aparência dos riscos em safiras, sob um microscópio. Ou seja, existe um lascado mais profundo do primeiro impacto e depois uma sequência de lascas. É como se ela fosse rasgada. E até um material um pouco menos duro pode provocar isso.

Para terminar, sobre polimento: qualquer polimento é algo muito mais técnico do que todo mundo imagina. O agente abrasivo é só parte do negócio. O meio com o qual ele é aplicado, a velocidade, temperatura, etc., tudo influencia no resultado. E aí é a diferença entre polir com qualquer resultado, e polir para ficar bem feito, ou profissional. Em escala reparadora, não há ferramentas para fazer isso com qualidade e que fique mais barato que uma safira nova. Por isso não é uma prática ortodoxa em manutenções.

Eu já amenizei riscos em safira de RELÓGIO MEU usando pasta diamantada e micro retífica. Ficou menos bosta do que estava. O resultado é que as bordas daqueles micro lascados ficaram menos ásperas e o risco ficou menos aparente, e em outro caso, o risco sumiu mas no lugar ficaram micro riscos. Quem não sabe, não vê. Mas se procurar dá para ver o que houve ali.

Abs.,

Adriano

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Fórum principal / Re:Audemars Piguet Black Panther
« Online: 30 Abril 2021 às 21:00:45 »
Incrível. Literalmente.

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Fórum principal / Re:Duvida sobre Seiko SKX007 / 009
« Online: 08 Abril 2021 às 21:29:47 »
A resposta curta e seca é: sim, dá para colocar uma NH35 no lugar da 7S26. Aliás, dá para intercambiar qualquer variante desses calibres (NH, NE, 7S, 4R, 6R...) entre si em quase qualquer relógio, se a altura maior das sucessoras da 7S permitir, pois as variantes com corda pela coroa são um pouco mais altas.

No caso dos SKX, isso não é problema. Mas há outros problemas, ou dificuldades.

A tige do 7S26 é diferente da dos NH35 (e outros sucessores). Até aí, bastaria tirar a tige da coroa do SKX e colocar a tige nova, certo? Errado, pois as coroas de SKX são uma peça única, com tige e tudo. Isso significa que você teria que arrumar outra coroa, original de outro modelo ou aftermarket, que sirva no tubo do SKX, para poder usar a tige nova.

Segundo problema é a posição da coroa, pode ser que dependendo da versão de NH35 que você comprar, o calendário não vai bater. Pois provavelmente vai encontrar NH35 para coroa e calendário as 3 horas. Você vai ter que tirar o de e passar para o outro (os discos são compatíveis), pois o SKX tem coroa nas 4 mas calendário nas 3. Já é algo mais complicado de fazer sem que seja por um relojoeiro.

E o aro espaçador talvez tenha que ser passado de uma para outra também (não tenho certeza quanto à este item).

Mas enfim, as dimensões são compatíveis, mas alguns pequenos detalhes não.

Particularmente não acho que o trampo valha a pena a não ser que seja pela diversão em fazer o "mod". Caso contrário, melhor conviver com a falta de hack e corda pela coroa.

Abs.,

Adriano

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Fórum principal / Re:WD-40 Limpeza Maquina 6119 Seiko
« Online: 19 Fevereiro 2021 às 14:09:52 »
Tentando responder da maneira mais rápida possível: WD-40 em relojoaria serve no máximo para desengripar braceletes travados por oxidação.

Outra coisa, tenham em mente, sempre, isto que vou dizer: o que faz um relógio voltar a funcionar não é a lubrificação, mas a lavagem/limpeza. Qualquer relógio funciona, e até bem, sem uma única gota de óleo. Basta ele estar limpo. Porém, obviamente, sem o óleo, ele vai sofrer desgaste.

Logo, o que aconteceu aí é que a quantidade grande de solvente que tem no WD-40 dissolveu o óleo seco o suficiente para funcionar. Mas o óleo seco e a sujeira que uma hora parou ele, continua lá e agora, funcionando, é que vai terminar de comer tudo. Além disso, com certeza agora tem óleo em todo lugar onde nunca deve haver óleo. É uma questão de tempo também para as peças começarem a colar umas nas outras, as roda colarem nas pontes, a espiral colar uma na outra, etc.

Abs.,

Adriano

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Botequim / Re:Falemos de charutos, cigarrilhas e cachimbos...
« Online: 22 Janeiro 2021 às 13:53:38 »
Nao servem para muita coisa, eu conheço as adegas desse tipo, sao adegas que utilizam aquelas plaquinhas para esfriar (peltier) ou seja demoram uma eternidade para atingir uma temperatura e a qualquer abertura da porta a temperatura sobe e leva outra eternidade para estabilizar.
A adega nao possue um higrometro confiavel, pois é analogico e nao tem precisao nenhuma, eu nao acha que vale o investimento.


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Vou fazer um adendo aqui sobre minha experiência com higrômetros: a discussão sobre digital vs. analógico é comum e é comum dizerem que o digital é mais preciso. Estou longe de querer ter razão mas alguns anos de experiência me mostraram algumas coisas:

1 - higrômetro é um aparelho de precisão, então, para ser preciso, ele tem que ser de boa qualidade (leia-se caro, ou pelo menos que não seja dos mais baratos). Não importa se é digital ou analógico. Se for barato, é impreciso.

2 - higrômetros analógicos têm a grande vantagem de permitirem regulagem. Os digitais não. O que faz que, caso seja um higrômetro barato, melhor que seja analógico, pois pelo menos você pode calibrar ele. Existe um processo para calibrar, é simples e é só dar um Google.

3 - analógico ou digital, a diferença do bom para o barato é que no barato a precisão dele não é constante entre as diversas faixas de umidade. Em outras palavras, a precisão dele entre 10% e 40% não é a mesma entre 60% a 90%, por exemplo. Outro problema é que os baratos sofrem mais com variação de temperatura. A precisão muda e a leitura se altera (mesmo sem variação de umidade) conforme a temperatura sobe ou baixa.

4 - logo, em resumo, se precisa mesmo de precisão, aposte em um higrômetro de custo mais alto. E ainda assim, eu ainda voto nos analógicos: você pode sempre calibrar, e duram uma vida inteira se não cair no chão ou algo assim.

Abs.,

Adriano

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Fórum principal / Re:Amsterdam sauer tem relojoeiro
« Online: 22 Janeiro 2021 às 13:31:12 »
Imaginei que a WT fosse autorizada Breguet por ela estar dentro do Swatch Group.

A WT já foi autorizada Breguet, mas quando a Breguet decidiu deixar o Brasil, saiu com a AS e com nós, mesmo tendo treinamento para a marca, e decidiu não fornecer mais peças nem para nós nem para a AS.

As marcas, de todos os grupos, são independentes em termos operacionais e portanto os contratos da WT são individuais para cada marca. Mesmo no passado, quando havia o Swatch Group do Brasil, a WT tinha contrato com o SGB mas apenas para as marcas representadas por ele. Na ocasião, Swatch, Mido, Tissot, Omega, Longines e Rado. Mesmo naquela época, o contrato com a Breguet era separado pois o SGB não tinha relação com a Breguet. Hoje, todos os contratos são individuais, diretamente com as marcas.

Por exemplo, já conseguimos excepcionalmente, no passado, peças para um Blancpain e um G.O., mas porque o SGB intercedeu e meio que na base da boa vizinhança conseguiu que nos fornecessem peças para atender clientes da marca. Mas eram outros tempos também.

Abs.,

Adriano

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Fórum principal / Re:Amsterdam sauer tem relojoeiro
« Online: 22 Janeiro 2021 às 11:58:53 »
Opa, sim, a AS é parceira da WT e envia os reparos para nós. No caso da Vulcain, se necessitar de peças, a gente solicita para a AS. Mas não sei dizer qual a situação da relação deles com a Vulcain. Sei que para Breguet, eles não conseguem mais nada de peças, nem nós. Por decisão da própria Breguet.

Abs.,

Adriano

19
Fórum principal / Re:Informações sobre MIDO 8429
« Online: 05 Janeiro 2021 às 12:33:36 »
Esse relógio é um bocado mais antigo que os desse catálogo. O que rola é que compartilhavam a mesma caixa, ref. 8429 e 8419 (basicamente a mesma caixa, mas com alças, para receber pulseira de couro ou bracelete de metal comum, ao invés do integrado). Por que usavam outro nome não sei, pode ser um posicionamento de mercado, alguma questão de repensarem o uso da marca "Commander", mas enfim, o fato é que modelos da década de 1970 e 1980 já usavam essa caixa mas nem sempre vinham chamados de Commander. Sei dizer porque esse tipo de cifra e tipologia do calendário é típica dessa época, o que inclusive indica que o mecanismo deve ser um ETA um pouco mais antigos que os 2836, ou um 2836 antes da versão "-2".

Daí na década de 1990 que a Mido aparentemente "readotou" o nome Commander para essas referência e assim o fez até ela sair de linha, há pouco tempo até.

A tempo: nada disso que falei é história oficial, é apensa baseado nas minhas observações do dia-a-dia com esses relógios, de diferentes idades, ao longo desses anos. Foram algumas centenas, certamente.

Aliás, diga-se, acho o Commander um puta clássico. O Chronometes com pulseira milanesa, é uma beleza.

Abs.,

Adriano

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Fórum principal / Re:Que relógio você está usando hoje?
« Online: 26 Dezembro 2020 às 15:24:26 »
O outro lado da mesma moeda



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Tá aí um relógio que acho ESPETACULAR e pouca gente dá muita bola. Quem sabe um dia...

Abraços!

Adriano

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