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Mensagens - Adriano

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Fórum principal / Re:Duvida sobre Seiko SKX007 / 009
« Online: 08 Abril 2021 às 21:29:47 »
A resposta curta e seca é: sim, dá para colocar uma NH35 no lugar da 7S26. Aliás, dá para intercambiar qualquer variante desses calibres (NH, NE, 7S, 4R, 6R...) entre si em quase qualquer relógio, se a altura maior das sucessoras da 7S permitir, pois as variantes com corda pela coroa são um pouco mais altas.

No caso dos SKX, isso não é problema. Mas há outros problemas, ou dificuldades.

A tige do 7S26 é diferente da dos NH35 (e outros sucessores). Até aí, bastaria tirar a tige da coroa do SKX e colocar a tige nova, certo? Errado, pois as coroas de SKX são uma peça única, com tige e tudo. Isso significa que você teria que arrumar outra coroa, original de outro modelo ou aftermarket, que sirva no tubo do SKX, para poder usar a tige nova.

Segundo problema é a posição da coroa, pode ser que dependendo da versão de NH35 que você comprar, o calendário não vai bater. Pois provavelmente vai encontrar NH35 para coroa e calendário as 3 horas. Você vai ter que tirar o de e passar para o outro (os discos são compatíveis), pois o SKX tem coroa nas 4 mas calendário nas 3. Já é algo mais complicado de fazer sem que seja por um relojoeiro.

E o aro espaçador talvez tenha que ser passado de uma para outra também (não tenho certeza quanto à este item).

Mas enfim, as dimensões são compatíveis, mas alguns pequenos detalhes não.

Particularmente não acho que o trampo valha a pena a não ser que seja pela diversão em fazer o "mod". Caso contrário, melhor conviver com a falta de hack e corda pela coroa.

Abs.,

Adriano

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Fórum principal / Re:WD-40 Limpeza Maquina 6119 Seiko
« Online: 19 Fevereiro 2021 às 14:09:52 »
Tentando responder da maneira mais rápida possível: WD-40 em relojoaria serve no máximo para desengripar braceletes travados por oxidação.

Outra coisa, tenham em mente, sempre, isto que vou dizer: o que faz um relógio voltar a funcionar não é a lubrificação, mas a lavagem/limpeza. Qualquer relógio funciona, e até bem, sem uma única gota de óleo. Basta ele estar limpo. Porém, obviamente, sem o óleo, ele vai sofrer desgaste.

Logo, o que aconteceu aí é que a quantidade grande de solvente que tem no WD-40 dissolveu o óleo seco o suficiente para funcionar. Mas o óleo seco e a sujeira que uma hora parou ele, continua lá e agora, funcionando, é que vai terminar de comer tudo. Além disso, com certeza agora tem óleo em todo lugar onde nunca deve haver óleo. É uma questão de tempo também para as peças começarem a colar umas nas outras, as roda colarem nas pontes, a espiral colar uma na outra, etc.

Abs.,

Adriano

3
Botequim / Re:Falemos de charutos, cigarrilhas e cachimbos...
« Online: 22 Janeiro 2021 às 13:53:38 »
Nao servem para muita coisa, eu conheço as adegas desse tipo, sao adegas que utilizam aquelas plaquinhas para esfriar (peltier) ou seja demoram uma eternidade para atingir uma temperatura e a qualquer abertura da porta a temperatura sobe e leva outra eternidade para estabilizar.
A adega nao possue um higrometro confiavel, pois é analogico e nao tem precisao nenhuma, eu nao acha que vale o investimento.


Enviado do meu iPhone usando Tapatalk

Vou fazer um adendo aqui sobre minha experiência com higrômetros: a discussão sobre digital vs. analógico é comum e é comum dizerem que o digital é mais preciso. Estou longe de querer ter razão mas alguns anos de experiência me mostraram algumas coisas:

1 - higrômetro é um aparelho de precisão, então, para ser preciso, ele tem que ser de boa qualidade (leia-se caro, ou pelo menos que não seja dos mais baratos). Não importa se é digital ou analógico. Se for barato, é impreciso.

2 - higrômetros analógicos têm a grande vantagem de permitirem regulagem. Os digitais não. O que faz que, caso seja um higrômetro barato, melhor que seja analógico, pois pelo menos você pode calibrar ele. Existe um processo para calibrar, é simples e é só dar um Google.

3 - analógico ou digital, a diferença do bom para o barato é que no barato a precisão dele não é constante entre as diversas faixas de umidade. Em outras palavras, a precisão dele entre 10% e 40% não é a mesma entre 60% a 90%, por exemplo. Outro problema é que os baratos sofrem mais com variação de temperatura. A precisão muda e a leitura se altera (mesmo sem variação de umidade) conforme a temperatura sobe ou baixa.

4 - logo, em resumo, se precisa mesmo de precisão, aposte em um higrômetro de custo mais alto. E ainda assim, eu ainda voto nos analógicos: você pode sempre calibrar, e duram uma vida inteira se não cair no chão ou algo assim.

Abs.,

Adriano

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Fórum principal / Re:Amsterdam sauer tem relojoeiro
« Online: 22 Janeiro 2021 às 13:31:12 »
Imaginei que a WT fosse autorizada Breguet por ela estar dentro do Swatch Group.

A WT já foi autorizada Breguet, mas quando a Breguet decidiu deixar o Brasil, saiu com a AS e com nós, mesmo tendo treinamento para a marca, e decidiu não fornecer mais peças nem para nós nem para a AS.

As marcas, de todos os grupos, são independentes em termos operacionais e portanto os contratos da WT são individuais para cada marca. Mesmo no passado, quando havia o Swatch Group do Brasil, a WT tinha contrato com o SGB mas apenas para as marcas representadas por ele. Na ocasião, Swatch, Mido, Tissot, Omega, Longines e Rado. Mesmo naquela época, o contrato com a Breguet era separado pois o SGB não tinha relação com a Breguet. Hoje, todos os contratos são individuais, diretamente com as marcas.

Por exemplo, já conseguimos excepcionalmente, no passado, peças para um Blancpain e um G.O., mas porque o SGB intercedeu e meio que na base da boa vizinhança conseguiu que nos fornecessem peças para atender clientes da marca. Mas eram outros tempos também.

Abs.,

Adriano

5
Fórum principal / Re:Amsterdam sauer tem relojoeiro
« Online: 22 Janeiro 2021 às 11:58:53 »
Opa, sim, a AS é parceira da WT e envia os reparos para nós. No caso da Vulcain, se necessitar de peças, a gente solicita para a AS. Mas não sei dizer qual a situação da relação deles com a Vulcain. Sei que para Breguet, eles não conseguem mais nada de peças, nem nós. Por decisão da própria Breguet.

Abs.,

Adriano

6
Fórum principal / Re:Informações sobre MIDO 8429
« Online: 05 Janeiro 2021 às 12:33:36 »
Esse relógio é um bocado mais antigo que os desse catálogo. O que rola é que compartilhavam a mesma caixa, ref. 8429 e 8419 (basicamente a mesma caixa, mas com alças, para receber pulseira de couro ou bracelete de metal comum, ao invés do integrado). Por que usavam outro nome não sei, pode ser um posicionamento de mercado, alguma questão de repensarem o uso da marca "Commander", mas enfim, o fato é que modelos da década de 1970 e 1980 já usavam essa caixa mas nem sempre vinham chamados de Commander. Sei dizer porque esse tipo de cifra e tipologia do calendário é típica dessa época, o que inclusive indica que o mecanismo deve ser um ETA um pouco mais antigos que os 2836, ou um 2836 antes da versão "-2".

Daí na década de 1990 que a Mido aparentemente "readotou" o nome Commander para essas referência e assim o fez até ela sair de linha, há pouco tempo até.

A tempo: nada disso que falei é história oficial, é apensa baseado nas minhas observações do dia-a-dia com esses relógios, de diferentes idades, ao longo desses anos. Foram algumas centenas, certamente.

Aliás, diga-se, acho o Commander um puta clássico. O Chronometes com pulseira milanesa, é uma beleza.

Abs.,

Adriano

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Fórum principal / Re:Que relógio você está usando hoje?
« Online: 26 Dezembro 2020 às 15:24:26 »
O outro lado da mesma moeda



Enviado de meu SM-G985F usando o Tapatalk

Tá aí um relógio que acho ESPETACULAR e pouca gente dá muita bola. Quem sabe um dia...

Abraços!

Adriano

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Fórum principal / Re:Que relógio você está usando hoje?
« Online: 18 Dezembro 2020 às 11:04:39 »
Bom, modéstia a parte, eu, que sou "eu", aprendi mais da metade do que sei aqui no fórum. Então dá para ter uma ideia do padrão que o FRM já foi...

E particularmente não estou reclamando, é apenas uma constatação de que mudou muito ao longo dos anos. Inclusive a "régua" de qualidade não eram as fotos ou marcas do que era postado. Se era "Oriento" ou "Patek" em discussão, nem importava. A "baliza" de qualidade não era essa, muito menos em forma de fotos.

Abs.,

Adriano

9
Fórum principal / Re:Movimentos SELLITA
« Online: 11 Dezembro 2020 às 12:37:58 »
Eu particularmente não acho que o rubi a mais, no caso do 2824 vs. SW200 seja uma melhoria. Se não havia problema com a bucha, o rubi não melhora em nada. É apenas a mesma coisa. Não aumenta durabilidade, confiabilidade nem nada, se com a bucha isso já era resolvido. E você pode até em alguns casos reduzir a robustez, já que o rubi quebra, a bucha não. E já vi Sellita com rubi da ponte do tambor trincado. Acredito que deva-se mais à questões econômicas. Para fazer uma bucha boa, mas boa mesmo, é caro e precisa saber fazer. Mais fácil meter um rubi. Há de se considerar ainda que buchas e rubis podem se comportar de maneira diferente contra os eixos que são suporte em situação de lubrificação comprometida. Então nada é tããão simples assim como "rubi é melhor que bucha" e pronto.

Quando à melhoria da versão -1 da SW200... foi uma melhoria mas o mecanismo teve outros problemas mais tarde, de outras origens, mesmo na versão -1.

E quando a gente vai discutir o que é melhor, é bom estabelecer: "melhor em quê?". Em precisão, ambos sempre foram equivalentes e os Sellita nunca tiveram problemas com desempenho cronométrico.

Abs.,

Adriano

10
Fórum principal / Re:Rolex Submariner Data 41mm
« Online: 04 Dezembro 2020 às 09:24:37 »
O Estrela não me perdoaria se eu deixasse passar...
Se ganha mais que 99,99999% do mundo, você está entre as 700 pessoas mais ricas da Terra
Se ganha mais que 99,99999% do Brasil está entre as 21 pessoas mais ricas do país

em qualquer dos dois cenários daria para trocar o ASUS_Z01KD

 ;D ;D ;D ;D

Cadê o meme do Caco falando "olha que ousadia desse FDP"?  kkkkk

Flávio vai falar "mas faz só 8 anos que eu troquei de celular?"

Abs.,

Adriano

11
Fórum principal / Re:Decifrando um teste de estanqueidade
« Online: 25 Novembro 2020 às 14:33:37 »
Possível é, mas ele perde o propósito, de certificar que, naquele momento e situação, o relógio está vedado. Se você tiver que abrir ele de novo, tirar coroa, colocar tudo dentro, recolocar coroa, reposicionar junta de fundo, fechar de novo, você teria que testar novamente. Perde o sentido.

Risco de danos há, mas eu mesmo só presenciei um caso em todos esses anos. Eu diria até que foi uma falha minha. Eu não deveria ter testado um relógio que eu não sabia o histórico. Se você se certifica de tudo, a chance de algo dar errado é baixíssima, tanto que nunca mais vi isso acontecer.

A diferença é justamente que no teste que o Flávio mostrou, você faz ele já sabendo que tem uma falha. Ele é feito para identificar o local do vazamento. A chance de entrada de água é bastante provável. No teste de condensação não, ele serve para certifica-se de que tudo está correto. Se houver qualquer dúvida, não deve ser feito.

Abs.,

Adriano

12
Fórum principal / Re:Decifrando um teste de estanqueidade
« Online: 25 Novembro 2020 às 12:01:58 »
Correto, mas um detalhe importante, que infelizmente nem relojoeiros sabem: isso não é um teste para certificar a estanqueidade, mas um teste para identificar onde está o vazamento (uma vez que você já detectou que há uma falha, mas só não conseguiu identificar onde). Ele não certifica nada, até porque ele vai até 3 bar apenas.

Muitos técnicos não sabem disso para falar a verdade (tenho sempre cuidado ao falar isso pois muita gente nesse ramo me odeia por dizer isso). Como esse equipamento é mais simples e mais barato que um de alta pressão, muitos técnicos só têm ele e confiam apenas nele, mas infelizmente ele não certifica a estanqueidade de um relógio, apesar de muita gente não gostar que eu diga isso.

O teste na água a que me refiro é o teste de condensação. Nesse teste o relógio é literalmente submetido à pressão máxima dele, dentro de um tanque/câmara com água. Esse teste não é recomendado em relógios que não sejam de mergulho, mas pode sim ser feito. E sendo um relógio de mergulho, submete-se ele à 25% a mais da pressão máxima, ou seja, um de 300m testa-se a 375 (37,5 bar), um de 600m testa-se a 750, e assim vai. O aparelho normalmente é fabricado pela Roxer, chama-se Natator, e tem um que vai até 40 bar e outro até 120 bar, para teste individual (um por um), e tem também um panelão onde testa-se vários por vez e não lembro qual pressão ele suporta.

Mas é isso, existe um procedimento, que varia de marca para marca, o relógio normalmente fica na água sem pressão por alguns minutos, para a água preencher todos os espaços externos, depois a pressão é incrementada aos poucos até o limite, permanece nesse limite por alguns minutos ou horas (às vezes 2~3 horas), aí retira, seca, aquece para se caso humidade tenha entrado, ela evapore, e aí faz-se o controle final, pingando água fria sobre o vidro. Se umidade tiver entrado, ela vai condensar sob o vidro.

Esse teste é potencialmente destrutivo. Aliás a única vez que presenciei isso foi justamente eu testando pessoalmente um relógio do Igor que tinha acabado de passar por revisão. Era um Seiko Diver. Estava com um vidro aftermarket, visualmente idêntico ao original. Passou no teste a seco perfeitamente, estava prontinho, mas no teste na água o vidro quebrou, muito antes dos 200m. Literalmente implodiu e o relógio encheu de água na hora. Não danificou nada, mas precisou que tudo fosse desmontado e seco imediatamente, e feita uma nova revisão e tudo.

Por isso que esse teste só deve ser feito se tiver checado que tudo esteja em ordem, com peças novas, originais, etc. Vejam aí como um simples vidro, ao não ser original, mesmo tendo todas as dimensões, espessura, tudo igual ao original, não tinha a mesma resistência mecânica. Por isso, sem chance fazer esse teste sem ser um relógio em perfeitas condições.

Abs.,

Adriano

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Fórum principal / Re:Decifrando um teste de estanqueidade
« Online: 25 Novembro 2020 às 10:55:07 »
O teste a seco não passa de 9 bar. É uma limitação do equipamento. O teste a seco é o único que dá para ser feito na hora, com relativa segurança. Para testar na pressão máxima do relógio, somente fazendo o teste na água. Nesse caso, o relógio precisa não apenas passar no teste a seco, mas ser bem avaliado para ver se ele está apto para passar pelo teste na água. Normalmente só se faz o teste na água se o relógio for novo ou se tiver todas as vedações trocadas e checadas, ou pelo menos bem inspecionadas. Caso contrário é um risco, pois se ele não passar, é um teste potencialmente destrutivo. E ele demora algumas horas para ser realizado por completo, e é feito com 25% de margem de segurança, ou seja, no caso de um relógio de 300m, o teste é feito a 37,5 bar.

Sobre a interpretação do teste a seco, ele é uma analogia à norma ISO. Parte da norma reza que o relógio para ser considerado estanque, não pode permitir a entrada de mais de 50 ug/min de ar quando submetido à pressão. Essa quantidade de ar representa 1% do volume interno do relógio. Porém, a pergunta é: de qual relógio? Essa medida é relativamente empírica e se baseia em um relógio padrão, médio, lá da época em que a norma foi elaborada. Relógios de diferentes tamanhos têm volumes diferentes e aí o limite passa a não ser mais 50 ug/min. Qual é então? O equipamento é que estima isso baseado na configuração que você informa a ele, como o tamanho do relógio, material/dureza da caixa, etc. Aí ele converte esse 1% de volume de acordo com essas informações e testa a deformação do relógio para calcular se o vazamento foi menor ou igual a 1%. Ainda em outras palavras, o equipamento mede a deformação e com isso estima se o relógio encolheu ou expandiu, e assim estima também o quanto dessa deformação equivale ao volume dele.

Na prática, o relógio contrai com a pressão (ou expande com o vácuo, que é um teste a mais, e não previsto pela norma) e quando a contração se estabiliza, o aparelho começa a contar um minuto. Se ele começar a relaxar, significa que está vazando, e esse relaxamento não pode ultrapassar 1% do volume. O relaxamento é entendido como uma % negativa. Se o relógio continuar contraindo, a % é positiva e significa que não apenas NÃO tem ar entrando nele, como significa que ele continua contraindo após aplicada a pressão (ou expandindo quando é aplicado o vácuo).

Ou seja, eu seus dois testes o relógio não relaxou, ou seja, ele nenhum ar entrou nele. Mas mesmo se entrasse, ainda seria aceitável. Na verdade todos os fabricantes nem consideram 1% de volume, mas 0,5%. Ou seja, o teste só seria reprovado se o resultado fosse abaixo de -0,5%.

Abs.,

Adriano

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Fórum principal / Re:Viagens e Relógios
« Online: 09 Outubro 2020 às 10:06:46 »
O rigor muda se o vôo é doméstico ou internacional, e também muda de país para país.

Abs.,

Adriano

15
Fórum principal / Re:Que relógio você está usando hoje?
« Online: 09 Outubro 2020 às 09:36:14 »
Quanto a relógios mais novos serem melhores, não concordo nem "disconcordo". Mas a minha percepção, acompanhando relógios nos últimos 20 anos e convivendo com relógios de todo tipo fabricados nos últimos 30 anos, e conhecendo-os por dentro e por fora: em relógios suíços de entrada, a construção ficou pior (mais barateada), mas a aparência ficou melhor. Os da década de 1990 e início dos 2000 eram melhores mas pareciam piores; hoje parecem melhores mas são piores. E os mecanismos a quartzo pioraram muito também. Então esse nicho de entrada sofreu ao longo dos anos. Já na faixa mais de luxo, aí sim, os relógios melhoraram MUUUUITO em todos os sentidos.

Abs.,

Adriano

16
Fórum principal / Re:Viagens e Relógios
« Online: 09 Outubro 2020 às 09:26:09 »
Eu praticamente só viajo a trabalho (a passeio, não vou nem até Mongaguá), e me acostumei a escolher relógios que sejam práticos e confortáveis, e isso significa que frequentemente não são chamativos (e muitas vezes nem valiosos). De todo modo, não dou mole nem no trajeto ao aeroporto, nem dentro dele. Mas normalmente, na hora do raio-x, tudo que é "valioso" (basicamente só relógio e passaporte/carteira) eu ponho na bandeja e fico de olho. É melhor ficar exposto, pois se sumir você vê na hora. Se colocar dentro de mochila e etc., se alguém quiser roubar, vai roubar do mesmo jeito, só que vai ser mais difícil para você provar que aquilo estava lá dentro mesmo.

Abs.,

Adriano

17
Fórum principal / Re:RM4 - 20 anos. Seria possível?
« Online: 02 Outubro 2020 às 09:13:16 »
Um comentário meu, meio paralelo, mas puxando gancho no que o Flávio falou. Embora eu escreva pouco, ainda acesso o fórum praticamente diariamente, e o fórum ainda é minha fonte principal para me manter informado/atualizado sobre o assunto. Principalmente porque o fórum ainda tem um "filtro" forte do que presta e o que não, honestamente. Se eu fosse acompanhar os principais canais internacionais, seria um volume de informações que não tenho tempo para absorver, nem saco, nem vontade, e provavelmente deixaria escapar o que é realmente relevante, no meio do que não é. No fórum eu ainda confio que, se ninguém comenta, é porque não é interessante. Se comentam, é porque é, e aí eu vou procurar me interar do assunto. Então sim, eu "uso" o fórum como guia do que eu quero e do que eu não quero estar por dentro, pois realmente esse bom senso no ambiente resistiu ao tempo.

Abs.,

Adriano

18
Fórum principal / Re:Quem vai ficar com seu relógio?
« Online: 01 Outubro 2020 às 08:56:37 »
Eu particularmente também não estou nem aí. Se alguém pegar e jogar tudo no lixo, azar dos relógios, e se venderem a preço de banana sem "dar um Google" antes, azar também. Minha relação com os relógios só se tornou saudável quando eu desapeguei de coisas exatamente assim. Eu realmente não ligo para que fim eles terão, quem vai ficar com eles, o que vão fazer...

Abs.,

Adriano

19
Fórum principal / Hamilton vs. Vortic [rant mode on]
« Online: 24 Setembro 2020 às 10:55:40 »
Indústria relojoeira suíça no seu melhor: processando uma oficininha americana que tentava resgatar uma parte importante da história relojoeira americana, no melhor espírito possível. Coisa que a própria Hamilton, depois de comprada pelo SG, nunca fez, exceto esteticamente, e exceto por um slogan vago tipo "American Spirit". Vergonha...

Mas se f***u no final.

https://www.coloradoan.com/story/news/2020/09/23/fort-collins-vortic-watch-co-wins-trademark-lawsuit-against-hamilton-swatch/3502101001/

E além de tudo, mesmo que o argumento seja de que as marcas possam se "confundir," também significa que a indústria continua achando, neste altura do campeonato, que os consumidores - todos nós - somos burros, idiotas, cegos, e que não sabemos usar o Google.

[rant mode off]

Abs.,

Adriano

20
Fórum principal / Re:Relógios de Alumínio
« Online: 23 Setembro 2020 às 09:04:33 »
Eu gosto bastante. É verdade sim que é um material que pode ter restrições para ser polido, dependendo do acabamento (em geral, não se faz nenhum polimento em relógios de alumínio), o que pode ser um inconveniente. Mas ele precisa ser bem maltratado para ficar visualmente feio. Em geral, riscos leves nem aparecem pois eles ficam da mesma cor.

Acho alumínio leve, confortável no tato e bonito. Acredito que além dos Swatch Irony, os relógios mais famosos com esse material eram justamente os Bvlgari Aluminum, que aliás foram relançados agora, neste mês, depois de terem saído de linha há muitos anos.

E me lembro também de um Girard Perregaux em alumínio, coisa mais linda. E com certeza existem outros, mas de bate-pronto são os que me lembro.

Abs.,

Adriano

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